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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Os meninos e os pais


"Por volta dos seis anos e idade, acontece uma grande mudança nos meninos. É como se, de repente, alguém apertasse um botão para 'ligar' a masculinidade. (...) O menino parece 'se ligar' no pai, padrasto ou figura masculina mais próxima, insistindo em acompanhá-lo, ver o que ele faz e imitar seu jeito. É como se quisesse 'aprender a ser homem". (Steve Biddulph em "Criando Meninos").

Recentemente, levei meu filho de 6 anos a uma médica e ela me aconselhou: "Ele precisa ter mais tempo a sós com o pai. Sem você!". Fiquei arrasada por ter sido posta de escanteio! Mas entendi que meu filho precisa menos de mim, da minha superproteção, dos meus abraços e beijos, dos meus cuidados excessivos!

Ele precisa fazer programas só de homens! Sair de chinelo, com a roupa descombinando, sem mochila a tira-colo com lanches e água. Andar pela rua até a banca de revistas, à locadora ou à padaria (coisa que a mãe dificimente faria!). Lavar o carro, consertar qualquer coisa. Jogar bola. Ir ao estádio ver uma partida de futebol. Entrar no banheiro masculino e não lavar as mãos. Ouvir histórias do pai (de luta, de dragão, de carros, o que for! Mas não de princesas e castelos...). Ir ao cinema, ao teatro, almoçar fora. Só com o pai.

Os meninos precisam dos pais para aprenderem a ser homens. O pai é o modelo do filho menino assim como a mãe é o modelo da filha menina. Então, a partir dos 6 anos (segundo os especialistas) os meninos devem ter mais experiências junto aos seus pais (ou um modelo masculino substituto*).

E para quem duvidava da importância do exemplo na educação dos filhos ou do poder do pai na vida de uma criança, este vídeo retrata bem isso. Pare, assista, pense, reflita. Seja o melhor que puder. Não de vez em quando, não só na frente dele. No dia-a-dia, com todo mundo.

"É observando como você age que as crianças aprendem a sentir" (Steve Biddulph em "Criando Meninos").


"Você pode ensiná-los dando-lhes um exemplo de homem completo. Deixe que seus filhos o vejam cuidando do seu corpo, tratando os outros bem, expressando suas emoções, defendendo as ideias nas quais você acredita. Suas ações serão mais fortes que qualquer coisa que você diga. Você poderá se tornar o tipo de homem que quer que seu filho venha a ser!"  (Steve Biddulph em "Momentos Mágicos com seus filhos").


E para finalizar com um "clichezão" (rsrsrs)... "Não basta ser pai.... tem que participar!!"




Eu indico!! Sou fã de Steve Biddulph! Adoro seus livros:

- Criando Meninos
- Momentos Mágicos com seus filhos
- O segredo das crianças felizes

Todos da Editora Fundamento.


* "Encontrando um homem a quem imitar: se não houver um pai por perto, a criança precisa encontrar um substituto - na escola, por exemplo"  (Steve Biddulph em "Criando Meninos").

domingo, 18 de março de 2012

Navegando nos perigos da internet



Meu filho está naquela fase de começar a usar a internet. Ele já tinha descoberto o mundo virtual e as milhares de brincadeiras e jogos que um computador poderia ofercer! Mas agora, com o poder recém-adquirido da leitura, começa a navegar sozinho...

Apesar de querer estimular sua independência, eu já proibí: internet sozinho não!

Ele já sabe acessar o Google e fazê-lo realizar seus mais inocentes desejos: procurar seus personagens favoritos! Já sabe buscar por imagens e filmes. E aí mora o perigo!

Numa destas buscas, eu estava com ele pesquisando sobre os sinais de trânsito para a escola. E dentre as imagens que apareceram, a segunda foi esta aqui:


Rapidamente ele clicou na imagem e abriu um site com a foto de uma mulher segurando uma camisinha. O site "Fresh and Pleasant" vende "preservativos de grande qualidade e a preços competitivos"!! Fechei rapidamente, antes mesmo que ele pudesse questionar qualquer coisa!

Em outras consultas, mesmo usando os mais singelos nomes ou palavras, sempre aparecem conteúdos impróprios, sejam eles de violência explícita ou obscenidades. E aí nossa vontade de superproteger entra em ação. Realmente não podemos permitir que nossos filhos sejam expostos tão cedo ao que não deviam.

Enquanto são pequenos, eles merecem viver no seu mundo de fantasia, na sua infância colorida.



**********************************************
Leia mais sobre este assunto no site Educar para Crescer.

Para proteger o computador da sua casa, acesse o site da Norton Online Family e conheça o software gratuito para controle dos pais.

Confira Cartilha da Safernet com dicas de segurança para uso da internet.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Superprotetora, eu?



Muito preconceito existe a respeito das mães superprotetoras. No início, cheguei a negar o rótulo, mas hoje aceito com a maior naturalidade e até um pouco de orgulho. Eu penso que é melhor proteger demais... do que de menos!!!

Além disso, não é uma decisão que se toma conscientemente: "eu vou ser" ou "eu não vou ser". Antes de finalmente "ser", você nunca saberá qual será seu estilo de mãe. Portanto, nada de criticar o comportamento das outras mães. É muito instintivo esse, digamos, excesso de cuidado.

O fato é que criança não é brinquedo. Todo cuidado e toda atenção nem sempre são suficientes. Mãe que é mãe se preocupa com tudo: violência, acidentes e até os cuidados com a higiene, alimentação, amizades e riscos do dia-a-dia.

Sei das consequências psicológicas que meus filhos podem vir a ter, mas sei também dos benefícios por terem uma mãe tão atenciosa e que cuida deles com tanta dedicação e carinho.

Aos que querem chamar de superproteção, aceito o título. Já falei aqui que sou "super" em tudo: super apaixonada, super entusiasmada, super dedicada, super esforçada, super protetora, super normal, SUPER MÃE!!




E para quem é Super Mãe como eu, confira o check list que a Nestlé preparou para cada ocasião. Cliquem nos links abaixo!

Dia-a-dia

Cuidados ao ar livre

Casa segura

Cuidados com o sol

Cuidados na cozinha

Circuito do Banho

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A dupla perfeita!




Todo mundo quer a babá perfeita, a cozinheira perfeita, a faxineira perfeita, a diarista perfeita, a folguista perfeita... E se uma já é difícil, imagine conseguir uma dupla perfeita!! É muita gente em uma casa só! (Eu já falei um pouco sobre este assunto no post "Uma é pouco, duas é demais!").

Além de todas as habilidades e qualidades que elas devem ter, ainda têm que ter um ótimo "relacionamento interpessoal". Sim, o termo até então utilizado pelo departamento de recursos humanos das empresas, agora vale também para as nossas próprias casas!

O que nós esquecemos é que existem emoções presentes nas "relações interpessoais", a exemplo do medo. O medo de que a outra seja melhor, o medo da comparação, o medo de perder o emprego. Assim, inconscientemente, a dupla trava uma batalha em nome da sobrevivência, seja para mostrar que é melhor do que a outra, seja para mostrar que a outra não faz o trabalho direito.

Aqui estão em jogo os diferentes temperamentos e os gênios de cada uma, que muitas vezes só se revelam quando estamos fora de casa. Por isso, não adianta procurar pelas profissionais perfeitas, e sim, pela dupla perfeita. Você tem que achar a melhor combinação: quando uma ajuda a outra, defende a outra e está em harmonia com a outra.

Esqueça os defeitos. Se uma não limpa direito, se a outra chega atrasada, ... esses detalhes não importam! Não cobre demais por resultados. Sua casa não é uma empresa. É muito mais importante manter um bom ambiente, com as crianças bem cuidadas, e administrar as falhas.

E nem sempre é fácil. Até achar a combinação quase perfeita podem ser necessárias algumas tentativas.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Um mundo melhor



É isso que todos nós queremos. Mas é isso que todos nós fazemos?

Um mundo melhor depende de pessoas melhores. Um mundo melhor depende da nossa atitude, de mudança de comportamento. Depende de aprendermos a respeitar os outros, a ser mais generosos e solícitos, a ter atitudes positivas, a ser mais éticos e responsáveis.

Há pouco tempo, recebi um e-mail que anda circulando por aí (e a essa altura já virou anônimo). Não sou de ler essas coisas, mas quando comecei a ler, logo me identifiquei. Sempre fui taxada de "certinha" e em determinado momento comecei a achar que era a "erradinha", porque era "certa" demais. Mas hoje sei que esse pensamento é equivocado e prefiro ficar com meus princípios. Quem é certinho é tido como bobo, careta e, no trabalho, caxias! Quem não é, é tido como "esperto". Mas por que é errado ser correto?? Porque os valores na nossa sociedade estão completamente invertidos! E é nesse mundo que nossos filhos estão crescendo.

Na porta da escola, tem uma mãe que só chega na contramão! Salta do carro com sua filhinha como se nada estivesse errado e como se a rua fosse só dela! No teatro e outros eventos, o comportamento dos pais é nota zero! Guardam lugares, ficam na frente dos outros, incomodam para tirar fotos. Nas escolas, os pais estão omissos e querem que os professores sejam babás também! No trânsito, não são corteses, não dão passagem a pedestres nem a outros carros. Nos estacionamentos, param em vagas de idosos e deficientes, sem a menor preocupação. Nos parques, furam fila!

imagem que circula nas redes sociais

Vamos fazer um mundo melhor, começando cada um por si e pelos seus filhos!!



Leiam a mensagem que está circulando na internet e reflitam! Sem querer e sem pensar, algumas vezes, nós fazemos coisas erradas. E o pior: sem nos dar conta de que são erradas!! Vejam a lista! Sempre é tempo de melhorar! Vamos fazer nossa parte e dar exemplo às nossas crianças!


"Tá Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do FHC? do Arrruda? do Sarney? do Collor? do Renan? do Palocci? do Delubio? da Roseane Sarney? Dos politicos distritais de Brasilia? do Jucá? do Kassab? do Alkmin?, dos Bonrauhse?, dos Maia?, do Alfredo? do ACM?, do Roriz?, etc e dos mais 300 picaretas do Congresso?
Brasileiro reclama de quê?
O Brasileiro é assim:
A- Coloca nome em trabalho que não fez.
B- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença.
C- Paga para alguém fazer seus trabalhos.
1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.
5. - Fala no celular enquanto dirige.
6. - Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o celular dos amigos (me dá um toque que eu retorno...) - assim o amigo não gasta nada.
7. - Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
8. - Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas.
9. - Viola a lei do silêncio.
10. - Dirige após consumir bebida alcoólica.
11. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
12. - Espalha churrasqueira, mesas, nas calçadas.
13. - Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
14. - Faz "gato" de luz, de água e de tv a cabo.
15. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
16. - Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto.
17. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
18. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10, pede nota fiscal de 20.
19. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
20. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
21. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se
fosse pouco rodado.
22. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.
23. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
24. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
25. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
26. - Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
27. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos, como clipes, envelopes, canetas, lápis... como se isso não fosse roubo.
28. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
29. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
30. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.
31. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.
E quer que os políticos sejam honestos....
Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não?
Brasileiro reclama de quê, afinal?
E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!
Vamos dar o bom exemplo!
Espalhe essa idéia!"




Heal The World (Cure o Mundo) - Michal Jackson






Heal The World
''Think about the generations and they say:
- We want to make it a better place
For our children
And our children's children
So that they know
It's a better world for them
And think if they can
Make it a better place?"


Cure o Mundo
"Pense sobre as gerações e elas dizem:
Nós queremos fazer deste mundo um lugar melhor
Para nossos filhos
E para os filhos dos nossos filhos.
Para que eles vejam
Que este é um mundo melhor para eles
E saibam que podem
fazer deste um lugar ainda melhor".

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Filhos das babás

Conheço muitos filhos de babás. Aqueles que vão aos aniversários dos amigos sozinhos com a babá, passeiam no shopping só no colo das babás, enquanto os pais estão lá na frente preocupados com outras coisas, dormem no quarto com a babá, vão à festa da escola com a babá, ficam em casa com a babá, quando os pais viajam, e vão até ao Pediatra com a babá!!






Nada contra babás. Elas têm uma função importantíssima e digníssima de ajudar nos cuidados com nossos filhos. Meus filhos também têm babá, que me ajuda muito e que eles querem muito bem. Ajudar, tudo bem. Porém terceirizar a maternidade pra mim já é demais. E é disso que eu falo. De pais que terceirizaram sua participação na vida dos filhos.

O filho da gente é pra gente cuidar! Eu sempre preferi limpar meus filhos pessoalmente, quando estava em casa, do que solicitar à babá. Sabe por quê? Porque com certeza eu limpava com mais cuidado e com amor. Se eu tivesse tempo, até lavaria as mamadeiras pessoalmente (eu tinha "neura" com limpeza de mamadeira). Por quê? Para garantir que ficariam bem lavadinhas. Festinhas? Ô parte boa!! Estive presente sempre. Por quê?  Para brincar com meus filhos, vê-los se divertir, conhecer os amiguinhos e também outros pais.

Passeios? Shoppings? Praças? Com certeza estão na minha companhia. Mas não sozinhos com a babá, sem ninguém por perto. E no médico? Obviamente sempre fui e vou às consultas, para explicar e entender pessoalmente qualquer situação. De noite, então? Jamais conseguiria deixar meus bebês dormindo com uma babá. Por quê? Se para uma mãe já é difícil acordar à noite, imagine para quem não é a mãe. Nós ficamos cansadas, mas somos apaixonadas. Aguentamos muito. Não conseguiria dormir sem ouvir meu filho e atendê-lo quando precisasse; sem saber se quando ele chorou, a babá acordou de bom humor; se ela preparou o leite direito e por aí vai...

Posso até ser super protetora, mas sou super presente com muito orgulho! Não quero ofender nenhum estilo de mãe. Sei que todas temos nossos problemas, nossas obrigações, nossas necessidades. Como já falei aqui, toda mãe tenta acertar e nenhuma é perfeita. O que quero defender é a presença das mães, é a companhia e a participação na vida das crianças. Isso faz uma diferença incrível. O papel da mãe e do pai é fundamental para o bom desenvolvimento das crianças. As babás são nossas aliadas, mas a responsabilidade de criar, cuidar, estimular e amar sempre será nossa.

Criança precisa de mãe!










quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Fralda Justa



Tem gente que diz que a maternidade/ paternidade é um conto de fadas, um mar de rosas. Não é bem assim... Tem gente que só faz reclamar e falar de coisas negativas, parecendo até que não queriam ter tido filhos... O certo é que ser pai ou mãe é sim a melhor coisa do mundo (não vou cansar de dizer). E é uma experiência indescritível e imperdível!

Mas, sim... passamos por cada situação! Então que tal transformarmos esses detalhezinhos não tão legais em motivo para rir?

Pois foi justamente isso que fez Adam Wasson em seu livro "Fralda Justa", um dos meus favoritos!! Eu garanto: quem lê esse livro não ri pouco não! Dá gargalhadas!!

Sabe por quê? Porque ele faz piada das situações mais difíceis pelas quais passamos com nossos bebês e dá dicas às vezes sarcásticas de etiqueta para pais e mães novatos se saírem bem de situações bizarras ou corriqueiras.

Não tente fugir, você vai se identificar sim com as inúmeras situações que ele comenta:
- Escolhendo um nome ("Tudo sobre nomes inventados, sobrenomes quilométricos, e 'roubo' de boas idéias")
O nascimento ("perfeito passo a passo sobre como embrulhar o bebê")
- Amamentação ("dicas para amamentar em público com exemplo de looks 'descolada relax' ou 'exausta e perigosa")
- Xixi, cocô e golfadas ("o que fazer quando o bebê regurgita em alguém e como manter a dignidade ao ser vomitado em público")
- Babás ("como fazer perguntas delicadas sem perder a classe e 10 sinais de alerta se a babá é maluca")
- Voltando ao escritório ("porta-retrato na mesa de trabalho: 67 é mesmo um exagero?")
- Código do pequeno consumidor ("mordeu tem que pagar?")
- Inteligência ("como chegar ao jardim de infância com currículo impecável")
- Família ("instruções básicas para vovôs entenderem a parafernália do bebê")

E por aí vai...

Vejam algumas dicas do autor só para vocês ficarem com vontade de ler o livro todinho (e vale a pena!!)

SOBRE BABÁS: "Para testar a prontidão e agilidade da candidata, você pode deixar um vaso preparado para tombar no momento em que derem um esbarrão 'acidental' nele. Se ela for capaz de reagir a tempo de salvar a peça valiosa, provavelmente também vai ser capaz de agarrar o seu bebê antes que ele despenque do sofá".

NO MERCADO: "Quando seu filho provoca uma avalanche: aproveite o movimento extra para iniciar a etapa do despiste. Tire o produto causador da avalanche da mão do seu filho e o entregue para o filho de algum pai entretido com a movimentação causada pela avalanche, livrando-se assim da culpa pelo desastre".

BEBÊS COM CELULAR: "O problema de entregar o celular na mão do seu bebê é que quando ele apertar a tecla de discagem automática o telefone vai ligar para um de seus amigos e deixar vários minutos de 'gugu-dadá' e chiados na caixa postal dele. Pessoas com nomes começados pela letra A já nem atendem ao telefone quando o visor mostra que é ligação de alguém que se tornou pai ou mãe há pouco tempo".


Tais como esses comentários, o autor fala de inúmeras outras situações que acontecem em nossas vidas de pais e mães, fazendo com que a gente se divirta e passe a enxergar com bom humor o que na verdade nos tirava do sério...

Recomendo, recomendo e recomendo!!


"Fralda Justa é um manual de sobrevivência na selva de deslizes, constrangimentos e armadilhas sociais que envolvem a chegada de um novo bebê. Afinal, trocar fralda é fácil. Sair da fralda-justa em que você pode se meter é que é um problema!!"


Boa leitura e acima de tudo bom divertimento!! :)


Título: Fralda Justa
Autor: Adam Wasson
Editora: Matrix
Edição: 1
Especificações: Brochura | 160 páginas

sábado, 10 de dezembro de 2011

Reizinhos



Estamos vivendo uma geração diferente de todas as outras. Quem manda agora não é o mais forte, o maior nem o mais velho. Quem manda agora não é o mais inteligente nem o mais rico. O controle mudou de mão, literalmente. Está nas mãozinhas pequenas, gorduchas, de quem mal sabe falar, mas já sabe mandar. E manda muito bem na sua legião de súditos: pai, mãe, avós, babás...

Pare e pense. Na sua família e nas que estão ao seu redor, quem é que manda? Não me interpretem mal! Não se trata dos pais não terem pulso e não serem rígidos. Independente de como cada um educa seus filhos, o fato é que os pais de hoje estão muito mais corujas! E é disso que eu falo!! De pais corujas, avós corujas, tios corujas e por aí vai...

Há muito tempo atrás as crianças sequer tinham importância na sociedade e em suas próprias famílias. Mas os tempos são outros. As crianças viraram a mesa e dão o comando em casa!

Muita coisa pode ter influenciado: as mulheres estão se dedicando fortemente à carreira profissional e postergando a maternidade. Com isso, os filhos têm sido desejados por muito tempo e nascem com pais mais maduros. O número de filhos por família diminiu bastante! Há 50 anos atrás era comum ter 5 filhos. Hoje, os casais têm 1, no máximo 2!

E assim, com pais corujas, é o bebê que interfere na decisão de onde vai morar (todo pai e mãe procura opção perto da escola ou do trabalho ou que tenha áreas de lazer, etc.); é o bebê quem decide em que restaurante vai (sim, porque os pais ficam loucos atrás de um bom ambiente e que tenha entretenimento para as crianças); também são os bebês que definem a programação do fim-de-semana e até onde a mãe vai trabalhar (diga se não pesa na escolha o fato da empresa ter uma política amigável às mães?).

E foi assim que muitos shoppings, lojas e restaurantes aprenderam a corujar também, para conquistar os clientes mirins e também seus pais. E assim também a publicidade aprendeu a falar direto com as crianças e uma série de produtos aproveitou para fazer seu apelo também. E foi assim que passaram a existir uma infinidade de serviços exclusivos, como salões de beleza para crianças, casas de festas, brinquedotecas, áreas infantis em livrarias, banheiros exclusivos, pratos infantis nos cardápios, etc.

Foram as crianças também que mobilizaram a sociedade a se preocupar com a natureza, com o planeta, com o futuro. Nossos pequeninos reis foram os responsáveis por incluenciar muita gente grande. Sim, porque por trás de muito governante, muito empresário, muito executivo, muito trabalhador, estão seus filhos e certamente eles devem corujar bastante!

São as crianças que nos fazem ser mais solidários e pensar no próximo. São as crianças que nos fazem ser pessoas melhores a cada dia... por elas.

E enquanto nossos reizinhos tiverem trazendo mudanças positivas, que permaceçam no trono!

sábado, 3 de dezembro de 2011

Regras de boa convivência para pais

Sempre fico muito assustada com encontro de pais. Pode ser no teatro, no cinema, em aniversários e, principalmente, em festas na escola!!

Os pais de hoje poderiam até mudar de nome e ser chamados de "tietes". Sim, porque o fanatismo pelo próprio filho às vezes atinge graus que foge ao normal: quando os pais passam a não perceber a existência de outros pais com seus filhos. E acham que vale tudo para curtir só o seu filho.



Por isso, regras de boa convivência tornam-se cada vez mais necessárias!

Vou citar algumas situações que acontecem por exemplo nas apresentações de final de ano das crianças na escola:



Cada criança que se apresenta tem seu pai e sua mãe, no mínimo, para lhe assistir. Ou seja, você não é o único pai babão que não quer perder um momento. Tem dezenas iguais a você. O que significa que deveria ser direito de todos poder assistir ao seu filho.

Mas aí tem pai que guarda lugar para a avó, a tia, a vizinha... Sai botando bolsa, celular, chave e todo objeto que encontrar, monopolizando a platéia com seus convidados. Esquece que tem outros pais e mães que gostariam também de ver de perto seu próprio filho.

Se você pudesse se colocar no lugar desse pai ou mãe que chegou 10 minutinhos depois desse "espalhador de objetos", entenderia a situação de chegar e encontrar a platéia praticamente vazia, mas cheia de objetos nas cadeiras. Você acharia bom?



Ótimo, você chegou primeiro! Parabéns! Sente na frente, mas daí a reservar uma fileira inteira... acho que não é direito não! Aqui não se trata de "cheguei primeiro", mas sim de consideração ao próximo.

A outra situação muito comum neste tipo de apresentação são os "paiparazzis". Sim, se qualquer destes pais quisesse mudar de profissão já teria bastante experiência. É ótimo tirar fotos! O problema é quando os pais se levantam e ficam na frente de outros, impedindo a visão dos outros pais de seus próprios filhos. Mais uma vez são pais que não percebem que não são os únicos no auditório!

Mais uma situação: se existe fila por quê será, hein?? Acho que as pessoas estão esquecendo... E que coisa feia e desonesta é passar na frente! Afinal, todos estamos com crianças. O exemplo fica onde??

Por fim, as gritarias que ninguém percebe que assustam as crianças. O que será que elas pensam disso? Ou vão se achar popstar ou vão se acuar com medo da multidão de pais descontrolados. Além de gritar os nomes dos filhos para eles olharem para as câmeras, para sorrirem, para não tirar o adereço, etc., às vezes ainda tem os gritos de "Senta aí, p##ra"! Será que estavam no estádio assistindo futebol???



Com os exemplos acima já dá para adivinhar quais seriam as regrinhas para uma boa convivência e principalmente para darmos bons exemplos aos nossos filhos, não é??


Bom, entendam este post como um desabafo, na esperança de vivermos em um mundo mais ético em um futuro bem próximo. Conto com vocês para espalhar a corrente do bem, dos bons costumes, da ética e da gentileza.

Gentileza gera gentileza.

sábado, 26 de novembro de 2011

O segredo das crianças felizes



Quer saber o segredo das crianças felizes? Pois eu lhe garanto que vale a pena. Basta ler um dos meus livros favoritos!! O autor é Steve Biddulph, o mesmo de "Criando Meninos" e "Criando Meninas" (também muito bons).

Vou fazer uma síntese dos 3 principais assuntos abordados, mas vocês têm que ler o livro completo porque ele tem muito a nos ensinar para melhorar na criação dos nossos filhos. Combinado??

Então, vamos lá!

1. Como os pais hipnotizam seus filhos com programações negativas:



O autor alerta para que os pais evitem utilizar frases negativas, como:

"Você é muito preguiçoso"
"Pare de ser egoísta"
"Não seja medroso"
"Que menino bagunceiro"
"Você só faz coisa feia!"
(e outras piores)

O motivo é que essas mensagens são gravadas pelas crianças, que passam a acreditar que elas são verdadeiras, simplesmente porque elas acham que tudo que seus pais dizem é verdadeiro.

Ao invés disso, ele aconselha os pais a programarem positivamente suas crianças:

"Você é esperto demais para estar agindo assim".
"Eu sei que você é inteligente e vai entender a explicação da professora"


2. A cura pela audição

A forma como os pais reagem aos problemas das crianças normalmente atrapalha ao invés de ajudar!

Ele lista as reações mais comuns dos pais:

- Proteger/ salvar ("coitadinho, eu conserto pra você")
- Dar sermão / bronca
- Distrair (fugir do problema)

Nas 3 situações, o autor explica que são os pais que resolvem o problema sem escutar os sentimentos da criança e o motivo. A sugestão dele é usar a audição ativa para ajudar a criança a pensar no próprio problema e como resolver por si próprio (ao invés de ser protegida, ouvir sermão ou esquecer o que aconteceu).


3. Ajudar as crianças a lidar com suas emoções

Esse é outro segredo das crianças felizes: aprender a expressar bem as emoções negativas ajuda a passar por elas.

Não há como fugir: a raiva, o medo e a tristeza são emoções que estão sempre presentes na vida dos adultos e também das crianças. E se as crianças não aprenderem como devem expressar essas emoções, elas serão expressadas de forma equivocada.




Por exemplo, quando com raiva, a criança tem o impulso de bater, porque não sabe expressar sua raiva de outra forma.




As crianças aprendem que não se deve chorar, mas na verdade, quando estão tristes o choro é um grande alívio para o que estão sentindo. Chorar libera a tristeza!



E com relação ao medo, apesar de ser importante pelo seu papel de proteção, precisamos entender os medos dos nossos filhos e ajudá-los a superar.





Bom, se deixar eu vou ficar aqui contando cada página do livro, porque dentro desses 3 grandes tópicos ele fala coisas superinteressantes e exemplos muito legais.

Entender esses 3 assuntos abordados no livro fará muito bem às nossas crianças. PENSE NISSO E LEIA O LIVRO, porque é MUITO BOM!!



O Segredo das Crianças Felizes
  • Autor: Biddulph, Steve
  • Editora: EDITORA FUNDAMENTO
  • Ano de Edição: 2003
  • Nº de Páginas: 133
  • Preço médio: R$ 32,00

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Crianças no mundo das tecnologias



Tem gente que é contra. Tem gente que é a favor. O fato é que as crianças dessa nova geração já nasceram plugadas nas mais altas tecnologias. Disso não temos como fugir! Muito melhor do que alienar, é permitir que elas vivam e aproveitem essa realidade. Sem exageros, claro!

Nossos bebês já sabem dar "play", "pause" e "eject", só para começar. Muitas vezes são eles que ligam a TV e colocam o DVD porque as babás não sabem ou têm medo. Para usar o computador eles se viram para manipular o mouse e já conhecem o Google e o Youtube. Muito além disso, já sabem as maravilhas que podem encontrar navegando na internet. Basta sonhar e clicar para encontrar na web: jogos, desenhos, brincadeiras, vídeos e mais! E o Word? Quanto desenvolvimento proporciona em uma simples brincadeira de digitar as letrinhas!



Iphone e Ipad então? Quer coisa melhor para bebês e crianças? E pra quê proibir? Deixe seus dedinhos desenvolverem habilidades, abrindo e fechando milhares de aplicativos, que mais parecem sonhos. Sem esquecer que o Touch Screen para elas é no mínimo normal!

* Vejam abaixo o vídeo que estava circulando pelas sociais de uma menininha que confunde uma revista com um Ipad...



Estranhamos, mas é o novo mundo. Esses bebês e crianças não temem botões e raciocinam tão rápido quanto as mudanças de telas. Deixe que elas se habituem, mas com nosso olhar cuidadoso...

Mas as tecnologias também têm seu lado ruim... Não podem jamais ser utilizadas com exagero. Criança precisa muito mais de brincadeiras, de amizades e interações. Criança precisa ir para o parque, brincar com bonecos e jogos. Ler livros e ouvir histórias também.



Além disso, a internet tem seu lado ruim. As redes sociais e bate-papos, por exemplo, não foram feitos para crianças, porque lhes oferece muitas armadilhas. É como deixar a porta de casa aberta...

E o nosso amigo Google? Ele não é tão amigo das crianças assim... Buscas simples de palavras comuns e ele apresenta, às vezes, imagens nada próprias para nossas crianças. A verdade é que a internet não tem censura e nossos pequenos não estão preparados para se assustar. Então, fique por perto e de olho! Mas deixe as crianças navegarem no mar das tecnologias!! O futuro é delas!!



Dicas de aplicativos:
- A Galinha Pintadinha disponibiliza vários aplicativos com seus clipes e jogos. As crianças adoram!
- Confiram dicas de aplicativos do Iphone/ Ipad para crianças:
http://www.infantapps.com.br/
http://blogdoiphone.com/2009/08/aplicativos-para-criancas-que-farao-de-voce-um-super-pai/


CD Rom: existem vários CD Roms à venda nas livrarias separados por faixa etária. São ótimas oportunidades de iniciar seu filho no computador com brincadeiras educativas. Sugestão: Coelho Sabido.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Escolha de um conselheiro



Quando a gente fica grávida, não falta quem queira dar alguma opinião. Imagine, então, depois que o bebê nasce!

É sugestão prá lá, conselho pra cá, palpite acolá... faça assim, faça assado... desde as sugestões mais novas no pedaço até as do tempo da vovó!

É tanta coisa que você pode pirar e fazer tentativas até mesmo contrárias!

Muitas vezes, o Pediatra fala para fazer de um jeito e lhe dá as explicações. Aí vem alguém querendo que você faça diferente. E cada um que lhe cerca vem com um palpite, uma dica infalível, um macete. São as vovós, as babás, as amigas, os parentes e por aí vai...

Coloca pra dormir de barriga pra cima! Não, de bruços!
Dá chupeta! Não dá chupeta!
Dá chazinho! Não dá chazinho!
Acorda pra mamar! Não acorda pra mamar!
É cólica! Não é cólica!
O leite tá forte! O leite tá fraco!

Não podemos nos esquecer que os tempos mudam... e as orientações também! O que era certo e talvez tivesse funcionado (por sorte) há 50, 30 ou 10 anos atrás às vezes não é mais. Então, fique bem atento ao que o Pediatra diz. Você tem que confiar no Pediatra que escolheu (caso não sinta essa confiança, trocar por outro que confie). E é muito importante que leve a babá para ouvir diretamente da "fonte" as orientações e, sempre que possível, as vovós (uma de cada vez pra não encher o consultório!!).



Bom, mas nem tudo a gente lembra de perguntar ao Pediatra. E tem muita coisa que acontece no dia-a-dia e a gente precisa dividir nossas inseguranças, dúvidas e angústias (sim, esses sentimentos sempre estão presentes). Por isso, eu vou dar uma dica que recebi quando estava grávida: escolha quem vai ser seu conselheiro. Defina um só para não ficar maluca. Mas não precisa dizer para os outros!!

Ou você fica com os conselhos da sua mãe ou da sua vó ou da sua sogra ou da sua irmã ou da sua amiga. É óbvio que você pode levar em conta tudo que lhe dizem, mas é melhor definir quem vai ser sua conselheira oficial (depois do Pediatra, claro!).

É sempre bom lembrar que vamos, sim, precisar de muitos conselhos e de muito apoio. Mesmo no segundo ou terceiro filhos, não é fácil cuidar de bebês, especialmente os recém-nascidos. São tão pequenos... e delicados... e sensíveis... e não falam... e choram... e não sabemos o que é... e às vezes nos desesperamos... juntando com o cansaço..... ufa! A boa notícia é que essa fase passa!!

Lembro também que, além do Pediatra e dos conselheiros, é muito importante que a gente esteja bem informada, leia muito e pesquise na internet as informações. Depois vou postar aqui minhas dicas de livros. Com conhecimento, tornamos as coisas mais fáceis.

domingo, 6 de novembro de 2011

Os signos dos filhos

Nem todo mundo acredita nos signos do Zodíaco, mas que fazem sentido... ah, fazem!!

Eu conheci uma coleção de livrinhos chamada "Astros, Estrelinhas", que possui um livrinho para cada signo, focando as crianças em seus primeiros anos. Os livrinhos se propõem a ser "um guia para os pais da pequena estrela da família" e falam do temperamento dos bebês e das crianças nos seus primeiros 3 anos e na escola. Depois, abordam também a relação do signo do filho com o signo dos pais, apresentando todas as variações.

Os pequenos escorpianos, arianos, librianos, dentre outras crianças representantes de cada signo, poderão ser mais compreendidos pelo seu jeito de ser. E nós, como pais, poderemos também nos entender mais e aproveitar os pontos positivos da relação entre os diferentes temperamentos de cada signo.

Veja um resumo das características mais tradicionais de cada signo, feito pelo escritor Jonh Astrop:




ÁRIES: é auto-suficiente, corajoso, energético e desbravador.



TOURO: é cuidadoso, possessivo, valoriza bens materiais, capaz de construir e de fazer tudo crescer.



GÊMEOS: é um brilhante pensador, curioso, comunicativo e versátil.

 CÂNCER: é sensível, voltado para a família, protetor, carinhoso e cuidadoso.




 LEÃO: é criativo, dramático, um líder vaidoso e generoso.




VIRGEM: é organizado, crítico, perfeccionista e prático.




LIBRA: é equilibrado, diplomático, harmonioso, sociável e gosta de tudo que é belo.




ESCORPIÃO: é magnético, poderoso, extremado, de vontade forte, determinado e auto-regenerativo.




SAGITÁRIO: é aventureiro, filosófico, perspicaz, firme, sincero e franco.



CAPRICÓRNIO: é cauteloso, responsável, paciente, persistente e ambicioso.





AQUÁRIO: é rebelde, anticonvencional, humanitário, idealista, defensor de grandes causas.


PEIXES: é sensível, imaginativo, carinhoso, visionário e disposto ao sacrifício.





E aí, seu filho é assim mesmo??  Para quem se interessou pelo assunto, vale a pena a leitura completa!


Para quem estiver interessado em adquirir os livros, aviso que são difíceis de encontrar nas livrarias físicas, mas pela internet é bem fácil! Custam cerca de R$ 20,00 cada um. Boa leitura!!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Não bata, eduque!!


Apenas lendo o título deste post, todos já deveriam entender que se tratam de opostos. O que isso quer dizer? Que bater e educar são coisas distintas! Que se você bate, não está educando. E que se você quer educar, não deveria bater! Sei que se trata de um tema bastante polêmico. Mas não posso deixar de me manifestar!

Quem bate, controla os filhos através da lei do mais forte, através da dor e de ameaças. E faz isso porque não consegue se controlar. Bater é sair do controle e agir irracionalmente. Sim, pode ser mais fácil, mais prático e muito mais simples do que educar. E as crianças passam a obedecer por medo e não por respeito aos pais... É isso que você quer? O que realmente se ensina ao bater numa criança é que é com violência que se resolve as coisas. E violência gera violência...

Muitos pais que batem usam o argumento de que apanharam na infância e que mesmo assim tornaram-se pessoas boas... Mas os tempos mudaram e ainda bem que evoluímos! Hoje sabemos muito mais do que antigamente e podemos criar nossos filhos de uma maneira muito melhor e mais inteligente, com diálogo e respeito. Educar com violência ensina que a melhor forma de resolver conflitos é com violência. Por este motivo, quando tornam-se pais, querem repetir esta forma de educação. E, por este motivo, as crianças acreditam que fora de casa podem resolver seus conflitos batendo também.

Muitos pais também falam que não "agridem" os filhos, mas que apenas dão um "tapinha". Mas tapinha também dói e tem o mesmo efeito... Mesmo que os pais acreditem que sua palmada é fraca, ela é percebida pelas crianças de outra forma. E as palmadas deixam nas crianças sentimentos de medo, raiva, ressentimento e até vergonha. Além disso, a "palmadinha que não dói" pode gerar um efeito inverso, já que a criança pode não ter medo de apanhar e começar a desafiar seus pais. Isso pode fazer com que os pais aumentem cada vez mais a força.

Educar não é fácil, mas é gratificante demais. Explicar, dialogar, impor limites, dar bronca. Tudo isso pode e deve ser feito, com muito amor e sem violência. Sim, se educa com amor e não com raiva. E a educação que eles receberem em casa, levarão para a vida. E assim, tratarão bem os colegas, respeitarão os professores, serão gentis com as pessoas...

Vamos criar uma nova geração na qual se predomina o amor, a gentileza, a educação, o respeito! Vamos passar esses valores aos nossos filhos. Vamos transformar esse mundo com essa nova geração, pois ainda está em tempo!! Afinal, todos nós queremos um mundo melhor! Cuidem das nossas crianças!!


CONFIRAM TAMBÉM!!

A Campanha "Não Bata. Eduque", que conta com o apoio de Xuxa, tem um site muito bom, bastante informativo. Confiram as dicas de educação que eles prepararam.

Matéria da revista Crescer "Um tapinha dói, sim", que traz exemplos e entrevistas com psicólogos. Vale a pena ler!


Outra sugestão que eu deixo são os episódios de Suppernanny, que passavam no SBT e estão disponíveis na íntegra no site: http://www.sbt.com.br/supernanny/. Vale a pena assistir e aproveitar as dicas e orientações dela.


Confiram o vídeo da Campanha, com participação de Xuxa:




Fontes de consulta:
Rede Não Bata. Eduque: http://naobataeduque.org.br/ 
Revista Crescer - matéria "Um tapinha dói, sim".

sábado, 29 de outubro de 2011

Babás Superprotetoras


Você já ouviu falar em mães superprotetoras. Mas e babás superprotetoras? Pois é, elas podem existir, sim! E sorte de quem encontrá-las!

As babás superprotetoras fazem tudo o que os "chefinhos" querem e podem até deixar de cumprir alguma orientação dos pais para "protegê-los". Mas eu lhes garanto: é melhor que seja assim! Elas estragam e a gente conserta. Afinal, a responsabilidade de educar é do pai e da mãe!

Por exemplo, na minha casa, uma regra era clara: criança não pode almoçar em frente à TV. Essa regra já era! Quando chego em casa, olha eles lá... E já vem a explicação: "mas eles pediram..." E assim, eles almoçam todos os dias em frente à televisão (eu só chego em casa depois que almoçam). Outro exemplo: tem dias em que o cardápio das crianças é cozido, mas para os adultos tem lasanha. Quando eu chego em casa, tem um comendo a lasanha. E lá vem a desculpa: "ele pediu!". E o suco de laranja coado pra ficar sem bagaço? Quem inventou?

Pode ter certeza: é melhor assim! Afinal, a gente não quer a babá em atrito com as crianças. Nem as crianças fazendo malcriação para a babá. Ver a babá tentando agradar o "chefinho" e até defendendo seus interesses, me tranquiliza. Ver o carinho que eles sentem por ela também.

E, nesse mundo de hoje, que está tão difícil encontrar uma babá... melhor que o defeito seja mesmo a superproteção, não acham? Ou alguém queria um sargento no lugar?




Sugestão de filme: Nanny McPhee - vejam o trailer do filme sobre essa babá durona.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Pajens e daminhas


Quem é que não gosta de ver crianças entrando na Igreja, como pajens e daminhas? Talvez elas próprias! Na verdade, as meninas devem curtir um pouco, pelo fato de se vestirem como princesas. Mas os meninos normalmente não curtem brincar de príncipes!!



Vamos falar deste assunto do início!

Quando recebemos o convite para nosso filho ser pajem, ficamos super orgulhosos, pensando em como ele vai ficar lindo "engomadinho" e que poderemos exibir nosso príncipe para uma platéia afoita por admirar uma criança graciosa (mesmo de mau humor, todas as crianças ficam graciosas!).

Bom, mesmo que passe pela nossa cabeça - "eu acho que ele não vai gostar ou sequer entrar" - jamais nenhuma mãe ousou recusar um convite desses (a educação agradece!). "Contratos" acertados, começa a hora de conversar com a criança sobre a festa super legal que ela vai e como vai ser bacana se vestir igual ao papai (...legal e bacana pra quem mesmo??).

Bom, depois desse primeiro papo, melhor esquecer o assunto até a véspera do grande evento. Nesse meio tempo, uma tarefinha quase simples: comprar ou alugar o traje - o que significa que a criança terá que experimentar a roupa para que sejam feitos os ajustes, sempre necessários. Talvez seja nesse momento que a criança começa a perceber que a festinha não vai ser tão boa quanto a mamãe falou...

E chega o grande dia (exceto para os pequenos!!). Se a criança tinha suspeitas se a festa seria legal, agora ela passa a ter certeza! Está toda engomada, morrendo de calor, a mãe não deixa ela brincar, um monte de parentes e desconhecidos procuram gracinha, querem beijar, há poucas crianças, a mãe tá arrumada demais para carregar ou brincar junto, o pai tá cumprimentando meio mundo de gente... e assim a festa vai rolando.

Na hora H, tudo é possível: a criança faz birra e não quer entrar; chora alto e precisa ser retirada; entra, mas anda sem noção, olhando para os lados e vai para o lugar errado; a Igreja inteira fica olhando e rindo, sem que elas entendam que graça toda é essa... Nada funciona como planejado! E depois disso tudo, ainda são obrigadas a ficar quietinhas no altar, sentadas sem se mexer até o final da cerimônia.

Vocês conseguem acreditar? Lendo assim friamente, o Juizado de Menores deveria proibir esse "trabalho infantil". Mas quem sou eu para falar... no meu casamento foram cinco daminhas e um pajem!! Inclusive, meu sobrinho, o pajem, já tinha dito que não queria ser pajem nunca mais, porque um ano antes havia passado pela experiência e ficou traumatizado. Eu insisti tanto que ele entrou (de mau humor, mas mesmo assim lindo! Tinha 6 anos na época). Já as meninas eu acho que gostaram...

Meu filho mais velho foi pajem 3 vezes. A primeira, ele tinha um pouco mais de 2 anos e ficou encarregado de levar as alianças. A sorte era que a Igreja era bem pequena. Mas ele só entrou porque um tio prometeu que lhe daria um chocolate se ele fosse até o altar. Funcionou. Ele entregou as alianças e voltou correndo: "cadê meu chocolate??"

Na segunda vez, ele também era muito pequeno e entraria com mais duas crianças da mesma idade. Quando o primeiro chorou, veio a sequência! Ele estava com as mãos dadas à avó, na espera. Quando pediram para entrar ele não soltava a mão da avó de nenhuma maneira. Quase que ela vira daminha também! Chorou tanto que chegou a dar dó!

Jurei que nunca mais iria deixá-lo ser pajem, mas ele foi convidado pela terceira vez. Expliquei a situação e combinamos "se entrar, entrou". Mas ele foi novamente enrolado. Como a avó havia entrado na frente (como madrinha), ele "desfilou" na nave apenas para ir ao encontro dela.

Já meu segundo filho não teve ainda a sorte (ou o azar) de ser convidado!

Mas uma coisa a gente não pode negar, elas dão um toque especial à cerimônia. Com certeza, é um orgulho para os pais e para os avós... mas para muitas crianças, ser pajem ou daminha é um trauma de infância!!


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Curta que a infância é curta!


Cada pai e mãe tem uma forma de educar seus filhos. O mais importante é que seja com muito amor. E um pouquinho de bom senso!

Educar não é fácil! Sei que a maioria dos pais se esforça e que tem a melhor das intenções. Querem que seus filhos virem adultos bem sucedidos, educados e com mil outras qualidades.

Mas, independente de toda essa preparação, não podemos deixar de permitir que nossos filhos curtam a infância. Criança tem que brincar!

E, por mais incrível que possa parecer para alguns, é brincando que elas aprendem. É brincando que elas imitam os adultos. É brincando que elas aprendem a lidar com seus medos e outras sensações. É brincando que elas experimentam diferentes papéis e profissões. É brincando que sentem interesse pela leitura e pela matemática. É brincando que elas exercitam seu corpo e sua mente.

Mães-tigres* à parte, sou uma defensora da infância bem-vivida. Da infância vivida com amor, carinho, muitas brincadeiras, sem preocupações (isso é coisa para adulto) e com cobranças e exigências na medida certa.

É papel dos pais dar limites. Mas é papel dos filhos testar esses limites a todo momento. E isso é muito saudável. Ninguém quer um filho robô, não é?

E, no final das contas, pai e mãe têm que ter muita paciência, pois o caminho é longo, mas a infância é curta e deve ser bem vivida!






* Termo extraído do polêmico livro "Grito de Guerra da Mãe-tigre", escrito por Amy Chua, uma sino-americana que educa os filhos no estilo chinês.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Tirar ou não tirar?



Sim, um dia chega a hora de tomar essa decisão: tirar a fralda do bebê! Existem pais que nem se lembram que essa hora chega, muitas vezes por pura comodidade de não ter que correr atrás de banheiro ou precisar se preocupar com isso.

Realmente não é fácil, mas você não quer um meninão ou uma mocinha de fraldas por aí, enquanto os amiguinhos já desfilam sem ela, não é?

O dia que deve ser iniciado o desfralde é que ninguém sabe, porque não existe uma data para isso. É no dia em que você quiser começar, sem compromisso. A criança começa a ter capacidade de controle das suas necessidades básicas a partir dos 2 anos, porém em casa eu acho que não custa nada deixar a criança sem fralda antes disso, seja simplesmente para "descansar" a pele do bebê, seja para "descansar" o bolso dos pais. Ou seja, a partir de 1 ano, 1 ano e meio, a fralda descartável já pode ser retirada quando estiver em casa. Um xixizinho aqui, outro ali, mais outro acolá... não tem problema! Nessa idade é quase impossível o bebê se controlar. De vez em quando você o coloca sentado no peniquinho, mas tenha certeza de que muitos xixis vão escapar!

Aí vai uma dica: deixe o bebê de cueca ou calcinha, dobre uma fralda de pano e coloque dentro, pois ela irá absorver um eventual xixi. Desta forma, não corre o risco de molhar o chão e o bebê escorregar.

Quando o bebê tiver com 2 anos, 2 anos e meio, você verá que ele já tem mais consciência e começará a pedir para ir ao peniquinho. De qualquer forma, você continua levando de vez em quando, sem aguardar que ele peça. Comemore quando ele fizer no lugar certo e não brigue quando escapar! Isso é natural.

A partir daí, é hora de tirar a fralda na escola também! Utilize a fralda descartável apenas para dormir (o desfralde noturno demora mais) e para sair (este desfralde fica para a etapa seguinte, quando ele estiver controlado em casa e na escola).




Outra dica: utilize as fraldas Pull Ups, da Huggies. Elas são próprias para desfralde, porque não são presas com os adesivos laterais. Elas têm elástico e com isso o bebê veste como se fosse uma cueca/ calcinha. Desta forma, pode abaixar e vestir novamente sem problemas. Elas são mais caras do que as normais, por isso reserve apenas para as saídas!







Pois é.... essa é uma fase muito gostosa, de conquistas do seu filho, de amadurecimento. Permita que ele cresça, incentivando o desfralde! É uma fase complicada também, mas passa... e daqui a uns anos vai fazer falta!


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dia do Cliente: pequeno grande consumidor


Dia 15 de Setembro é dia do cliente e de falar do maior de todos os clientes, ou melhor, do menor: a criança.

Sim, as crianças são as grandes consumidoras da atualidade, porque elas querem ganhar tudo e os pais também querem lhes dar tudo. Combinação perfeita (apesar de que querer não é poder!!:)

O resultado desta equação é simples e direto. E quem quiser vender bem deverá ficar atento a esses clientes mirins, que, além de tudo, são exigentes. E mais ainda são suas mães!

Eu selecionei algumas situações pelas quais passamos nós, clientes-mães, com nossos clientes-filhos.

Situação 1: Restaurantes



Por que a maioria dos restaurantes não está preparada para receber crianças? A única coisa que oferecem é o cadeirão. Nem talher infantil possuem (meus filhos já comeram até com o talher que serve comida porque não tinham outro).

Às vezes nem copos plásticos possuem. Se formos ao banheiro, a maioria não oferece nem um simples trocador. Qual a sugestão? Trocar a fralda na mesa?

Saindo das necessidades básicas, os restaurantes também deveriam pensar no entretenimento infantil, que pode ser desde um simples papel para desenho com giz de cera até um parque ou uma brinquedoteca, equipada com piscina de bolas, brinquedos, DVD e jogos eletrônicos. Com um pequeno detalhe: a brinquedoteca deve estar em local visível aos pais (e não no porão ou sótão).

Ah! Esqueci do cardápio infantil! Imprescindível!

Confiram no blog Pequenópolis as indicações de restaurantes para ir com crianças em Salvador.


Situação 2: Call Center noturno



Toda noite, é certo. O telefone fixo da minha casa toca várias vezes. São operadoras de cartão, telefonia, revistas... enfim, um bando de empresas inconvenientes, que só fazem irritar os clientes, ao invés de conquistá-los. Ligam em horários nada apropriados, principalmente para quem tem filhos pequenos.

A noite é o momento em que chegamos em casa, cansados do trabalho e queremos relaxar, dar atenção às crianças e, depois, colocá-las para dormir. E aí o telefone chama mil vezes seguidas. Paramos tudo que estamos fazendo para atender logo e não ficar ouvindo o barulho em casa. Do outro lado da linha, toma-lhe propaganda em nosso ouvido (bla bla bla...).

Eu sempre peço para não ligarem de novo, porque tem criança pequena em casa... Mas até hoje ligam (parece pirraça).

Situação 3: Mc Donald's



Sim, a Mc Donald's merece uma seção só para ela. Que inferno aqueles brindes que oferecem!! Eu não como Mc Donald's, meu marido tenta evitar, meus filhos só comem a batata frita. Mas o objeto de desejo está lá, estimulando nossos pequenos consumidores a quererem, de preferência, toda a coleção de brindes fajutos (em qualquer loja teria de melhor qualidade). Já pensou em comprar só o brinde? Acho que custa 80% do preço do kit completo! Escapar do fast food está difícil... Haja sanduíche!

Situação 4: criança cliente



Eu acho importante estimular a criança a pedir o que quer em uma loja, a perguntar o preço, a se virar sozinha (com a gente por trás, é claro!)

O problema que eu sempre vejo acontecer é que parece que os vendedores não enxergam as crianças. E isso significa que não estão atentos. Ou que não dão importância a esses pequenos grandes consumidores.



Moral da história: quem quiser ter diferencial e vender mais deve mimar esses pequenos grandes clientes!