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domingo, 12 de maio de 2013

Feliz dia das babás!




A semana de uma mãe é corrida. E que esforço fazemos para sair de casa e cumprir nossas obrigações, deixando nossos filhos! O coração fica apertado. A cabeça fica pensando neles. E pra que a gente possa sair pela porta tranquila, precisamos de um braço direito em quem a gente confie.

Mãe é insubstituível, mas muitas de nós precisam de alguém que cuide das crianças na nossa ausência, ajudando-as na sua rotina e nas suas necessidades básicas. Alguém para dar comida, apartar briga de irmãos, dar banho, estar atenta à sua segurança, auxiliá-los no banheiro, aprontá-los para a escola e outras atividades, brincar e fazer companhia. Isso sem contar nas outras tarefinhas que muitas vezes elas são responsáveis como lavar e passar as roupinhas, limpar e arrumar o quarto, preparar a comida e outras mais.

Elas estão ali no dia-a-dia deles, fazendo parte da vida deles e, para quem der sorte, conquistando o carinho deles. Elas são nosso braço direito e merecem todo nosso respeito e admiração. E assim, ao se despedir da minha família na sexta-feira, nossa babá nos desejou "Feliz Dia das Mães". Foi quando, de imediato, meu menorzinho sabiamente respondeu: "Feliz Dia das Babás", como que reconhecendo que neste dia elas também merecem ser lembradas e homenageadas, como braço direito das mães. As crianças compreendem tudo.


Fica aqui minha homenagem a essas mulheres que muitas vezes deixam os próprios filhos em casa para cuidar dos nossos; para essas mulheres que se preocupam com os nossos filhos compartilhando o seu instinto maternal; para essas mulheres que vêem realidades diferentes na criação dos nossos filhos e dos seus próprios filhos e que, como nós, saem de casa deixando o filho com o coração apertado.

Feliz Dia das Babás!



Nota de esclarecimento:
Infelizmente, para algumas mães, as babás são também o braço esquerdo, as pernas e outras partes do corpo... Algumas mães não conseguem sobreviver 24h sem alguém que cuide do seu filho por elas. E algumas mães acham que cuidar do próprio filho, limpar o próprio filho, alimentar o próprio filho, brincar com o próprio filho, etc. é tarefa exclusiva de babás. Eu discordo. E levanto a bandeira sempre que posso a favor das mães participativas, que não se deixam ser substituídas. Afinal, mesmo com toda ajuda que recebemos, nada substitui o cuidado e o carinho de uma mãe com seu próprio filho. Mãos à obra, mamães! Este é o trabalho mais gratificante do mundo.


DICA DE FILME
Indico o filme Histórias Cruzadas, que conta a história de uma jovem aspirante a escritora de uma pequena cidade no estado do Mississipi, anos 60. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca. Vale muito a pena assistir e refletir.





sexta-feira, 19 de abril de 2013

Mãe, o que é PEC?



Se pra gente está difícil entender tanta mudança, imagine para as crianças!

De uma hora para a outra, a babá tem que sair mais cedo, chegar mais tarde, ganha mais dia de folga ou não pode ficar com as crianças na sua sagrada hora do almoço ou pára de acompanhar em festinhas e passeios e até de dormir junto.

Nas rodas maternas, este é o assunto do momento! E como não haveria de ser? Colocou nossas casas de cabeça para baixo, literalmente! Deu uma sacudida no tapete, levantou poeira e bagunçou tudo!! Nas rodas infantis, pelo visto, o assunto também está intrigando... Até as crianças já estão estranhando essa PEC!!

"Mãe, cadê minha babá?? Por que é que ela saiu mais cedo? Por que ela não vem amanhã?? Eu vou ficar com quem?"

São coisas que temos que escutar... e explicar, apesar de um pouco complexo colocar os cálculos de horas extras na cabecinha dos nossos iniciantes em matemática.

E assim, a mudança atinge a nossa vida pessoal e profissional! Nada de hora extra no trabalho!! Tá todo mundo preocupado em sair mais cedo! Alguém me explica como uma mãe pode trabalhar 8h fora, adicionando tempo para deslocamento, sendo que só pode sair quando a babá chega e só pode liberar a babá quando retorna?

E tudo fica nas costas das mães mesmo. Não tem jeito. Vocês já imaginaram um homem falando para o chefe "Vou me atrasar porque a babá não chegou" ou "tenho que sair mais cedo para liberar a babá?". Esquisito, não? E muita gente não compreende. Mas de fato, a empresa não tem nada a ver com a vida pessoal dos funcionários. Ela precisa da presença e do serviço e pronto.

Voltando para nossa PEC, e o horário de almoço? Quem inventou, esqueceu que criança não pode ficar sozinha... Meu sobrinho que ainda é bebê, tem que se contentar a ficar 1h sem ir para o colo da babá, quando ela está no horário de almoço! Pelo visto, a PEC está assustando mais do que o Bicho Papão!! E se elas não podem trabalhar neste intervalo, ficam fazendo o quê? Esta é a pergunta que não quer calar!

Mas apesar de todos os desafios que esta mudança nos traz, já falei aqui sobre como será bom ver surgir as novas mães brasileiras, iniciando assim uma época em que teremos MAIS MÃES E MENOS BABÁS para cuidar dos nossos filhotes.

Só precisamos ajustar um pouquinho para a realidade e procurar ver sempre pelo lado positivo, especialmente pelas conquistas destas profissionais, que foram muito merecedoras.

E para descontrair um pouquinho, aqui vai a dica de um filme sensacional para as mães: "Não sei como ela consegue!", com Sarah Jessica Parker, uma comédia romântica que conta a história de uma "típica mulher moderna que dá conta de manter um bom emprego fora de casa, educar dois filhos, cuidar do marido e estar sempre linda e loira". 

Vejam o trailer e aproveitem para se divertir e descobrir que passamos pelas mesmas dificuldades, mas que é bom demais ser mãe!





quarta-feira, 27 de março de 2013

PEC das domésticas. E as mães como ficam?


O mercado de trabalho doméstico entrando em rebuliço... E as mães, alguém já se perguntou como ficam?

Acho super merecidos os direitos que serão adquiridos. Assim como os empregados de uma empresa, os empregados domésticos de fato precisavam de uma regulamentação que lhes protegesse e garantisse benefícios. Porém, os dois lados da moeda precisam ser observados. E essa mudança cultural e econômica é difícil de ser assimilada e ajustada de uma hora para outra.

Economicamente falando, muitas famílias não terão mais condições de arcar com os custos de uma empregada. Consequentemente, muitas delas perderão o emprego.

Culturalmente falando, transformar a "relação familiar" que existe em muitas famílias com as pessoas que trabalham em casa em uma relação meramente comercial não é o ideal para quem tem filhos pequenos. E por "relação familiar" não me refiro à informalidade, não, me refiro ao relacionamento carinhoso que existe (ou deveria existir) em muitas famílias com aquelas que cuidam dos seus filhos.

Agora vai se iniciar uma guerra? Uma guerra por controle de livro de ponto, por pagamento de hora extra, por intervalo de almoço...?

Por outro lado, vai ser muito bom ver muitas mães voltando a serem mães integralmente... Sim, por que o que farão aquelas mães que "não conseguem" acordar de madrugada e transferem esta responsabilidade às babás?? E o que farão aquelas mães que não vivem 1 minuto sem babá? Mudança de paradigma!

Quanto a isso, não me queixo, o que vai ser difícil mesmo é conciliar o horário de trabalho das mães com as 8h diárias da babá. Vejam bem, para que uma mãe possa trabalhar, é necessário que a babá esteja em casa antes dela e que só saia quando ela retornar. Considerando uma mãe que trabalha 8h, fora o horário do almoço, a babá deve aguardar até que ela chegue, trabalhando horas a mais. Se é justo ou não, acredito que seja algo peculiar desta função. Nas empresas não haverá concessão para que as mães possam sair mais cedo, concordam? E não me venham com essa história de largar o emprego, pois mãe também tem carreira.

Aí, muitos pais terão que fazer rodízio, vão deixar as crianças até mais tarde na escola ou vão apelar para as avós, tias, vizinhas! Meus Deus! Estou um pouco aliviada por meus meninos estarem maiores agora. É bem mais complicado para quem tem bebês.

Mas no fundo, quem mais será afetado são os patrões que ainda insistiam na "clandestinidade", não assinavam carteira ou recolhiam INSS ou pagavam menos que o mínimo. Isso realmente é impensável e será muito justo se a lei conseguir evitar.

A cultura brasileira é muito dependente do trabalho doméstico, diferentemente de outros países da Europa ou Estados Unidos por exemplo. Não temos uma vida prática nem uma boa assistência de como deixar nossos filhos. Mas vamos ter que nos adaptar à nova realidade. Ao mesmo tempo, os empregados domésticos pecisarão lutar para manter vivo este emprego, que acolhe grande parte da população.


Imagem do site Extra.globo.com


Acompanhe as notícias:

Especialistas preveem mudança 'cultural' na relação patroa-empregada
O que muda para empregados e patrões com a PEC das Domésticas
Senado aprova PEC das Domésticas; categoria terá direito a hora extra e FGTS

terça-feira, 16 de outubro de 2012

As mães sumiram das pracinhas!




As mães sumiram das pracinhas. As mães sumiram do playground. Estão sendo substituídas pelas babás.

As mães não querem acordar cedo. As mães não querem deixar de curtir a noite. E os filhos vão ficando com as babás.

As mães querem ir ao shopping sem ser atrapalhadas. As mães querem viajar sem ser incomodadas. Então vão ao shopping e viajam... levando as babás!

As mães não sentam para brincar. As mães não contam historinhas à beira da cama. As mães não botam mais o próprio filho para dormir. As mães não trocam fralda nem auxiliam o filho no banheiro.

Essas mães se deixaram substituir pelas babás. Não, não é falta de tempo. Pouco tempo todas nós temos. Seu tempo pode ser curto, mas bem aproveitado.


Imagem: Uol Mulher


"A função da babá deveria ser dar suporte aos pais nos cuidados com as crianças. Mas não são poucas as famílias que delegam as próprias responsabilidades a essas profissionais. Até mesmo nos fins de semana, em que boa parte do tempo livre deveria ser dedicada aos filhos, há pais que não abrem mão de sua presença: no parque, no shopping, na festinha de aniversário dos amigos ou outro passeio qualquer, lá está a babá dando comida à criança, levando-a ao banheiro, contando historinhas ou brincando com ela" - Por Heloísa Noronha, Uol Mulher: "Delegar a criação dos filhos a babás pode dificultar vínculos entre crianças e pais".


É claro que no mundo de hoje, muitas de nós precisamos ter babás. Mas existe uma diferença muito grande entre ter babás que auxiliam as mães e ter babás que substituem as mães. Quem leu o post que escrevi "Filhos das Babás" sabe muito bem do que estou falando!!

Também não adianta matricular o filho na escola mais cara, comprar os brinquedos mais modernos, vestir com roupas de marca, colocar tv e vídeo game no quarto. Criança quer amor e atenção. Criança quer a mãe e o pai. Criança quer a família toda. E é tão bom quando os pais querem isso também. Não há nada mais gratificante na vida do que um filho!

E foi com base no tema "Menos presentes, mais presença" que o grupo Infância Livre de Consumismo pautou sua campanha do Dia das Crianças. Vale muito a pena ler o texto da campanha!!








EPISÓDIOS...


Recentemente, vivenciei alguns episódios de mães iludidas - aquelas que acham que a babá está realmente tomando conta do seu filho. Essas babás criticavam as próprias patroas e a maneira como cuidavam (ou não cuidavam!) dos próprios filhos.

Em um dos episódios, uma criança de 3 anos brincava de pegar objetos na beira da piscina. A mãe estava ocupada conversando com as amigas de costas para o filho. A babá estava cuidando da irmã do menino. Quando foi abordada por um adulto para que observasse o perigo, simplesmente disse que avisassem à mãe, porque aquela criança era desobediente e ela não ia se responsabilizar. Ao ser avisada, a mãe respondeu: "A babá está lá olhando". Não estava!

Em outro episódio, enquanto a mãe ficava sentada durante um aniversário de criança, comendo todos os salgadinhos que serviam, sua filha - um bebê de menos de um ano - passeava no colo na babá e dividia lambidas do picolé. Ao ser avisada por mim, ficou perplexa! Mas não tirou a bunda da cadeira para salvar a filha das bactérias alheias (já contado em "O que os olhos não vêem...").





Cada um decide seu caminho, mas não se perca nem esqueça que o filho é seu e não da babá! E isso fará uma grande diferença para ele e para você.


#noregrets





quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A dupla perfeita!




Todo mundo quer a babá perfeita, a cozinheira perfeita, a faxineira perfeita, a diarista perfeita, a folguista perfeita... E se uma já é difícil, imagine conseguir uma dupla perfeita!! É muita gente em uma casa só! (Eu já falei um pouco sobre este assunto no post "Uma é pouco, duas é demais!").

Além de todas as habilidades e qualidades que elas devem ter, ainda têm que ter um ótimo "relacionamento interpessoal". Sim, o termo até então utilizado pelo departamento de recursos humanos das empresas, agora vale também para as nossas próprias casas!

O que nós esquecemos é que existem emoções presentes nas "relações interpessoais", a exemplo do medo. O medo de que a outra seja melhor, o medo da comparação, o medo de perder o emprego. Assim, inconscientemente, a dupla trava uma batalha em nome da sobrevivência, seja para mostrar que é melhor do que a outra, seja para mostrar que a outra não faz o trabalho direito.

Aqui estão em jogo os diferentes temperamentos e os gênios de cada uma, que muitas vezes só se revelam quando estamos fora de casa. Por isso, não adianta procurar pelas profissionais perfeitas, e sim, pela dupla perfeita. Você tem que achar a melhor combinação: quando uma ajuda a outra, defende a outra e está em harmonia com a outra.

Esqueça os defeitos. Se uma não limpa direito, se a outra chega atrasada, ... esses detalhes não importam! Não cobre demais por resultados. Sua casa não é uma empresa. É muito mais importante manter um bom ambiente, com as crianças bem cuidadas, e administrar as falhas.

E nem sempre é fácil. Até achar a combinação quase perfeita podem ser necessárias algumas tentativas.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

10 conselhos para as grávidas!!

Por mais que se planeje uma gravidez e que se espere até bastante tempo para que ela aconteça, acho que nenhuma mulher sabe o que realmente a espera! A expectativa normalmente é tão grande para que a gravidez aconteça e é algo tão mágico, que demora para a ficha cair! Até porque a barriga leva uns 3 meses para começar a aparecer!


Depois que a ficha cai, é hora de correr atrás para manter-se bem informada sobre tudo que está acontecendo e vai acontecer com seu corpo e seu bebezinho. É hora também de entrar em ação para manter uma gravidez saudável e com tudo em ordem.

Veja 10 conselhos importantes para sua gravidez:



1. Use diariamente creme na barriga.



Não tem pele que resista ao estirão pelo qual vai passar a sua barriga! E de tão esticada que ela será, só muito creme para ajudar a mantê-la hidratada e prevenir estrias. Os cremes não são garantia de que você não terá estrias, porque existem muitos fatores que contribuem inclusive tendência, hereditariedade, etc. Mas não custa nada o esforço. Esqueça o grude, o calor e a roupa colando na barriga com creme!



Leia mais em "Estratégias anti-estrias", do site Bebe.com.br.


2. Compre sutiãs de sustentação.



Certamente seus seios aumentarão de tamanho e peso! Procure em lojas próprias para gestantes os sutiãs de sustentação e, mesmo que ache caros, lembre-se que usará muitas vezes durante o tempo da gestação e pós-parto. Depois você ainda pode guardar para a segunda gravidez ou emprestar a uma amiga.

"Para a sustentação dos seios ser contínua, o ideal é usar o sutiã para gestante de dia e noite. Assim prevenirá dores, displasias e posteriormente flacidez. Alguns modelos possuem abertura frontal, podendo ser usados após a gravidez, durante a amamentação". (Blog da Zazou Gestante)

Além dos sutiãs de sustentação (que a maioria das novas grávidas não conhece), você vai precisar dos sutiãs próprios para amamentar. Prefira aqueles que deixam o seio todo livre e não apenas um buraquinho para o mamilo!!

Leia mais sobre sutiãs de sustentação.


3. Conheça as conchas para seios!


Por falar em amamentação, a maioria das mulheres não sabe que é preciso se preparar para amamentar!

Em Salvador/ BA existe uma consultoria especializada formada por enfermeiras, a Calma, que dá orientações importantes para você preparar seus seios para amamentar. Dentre as orientações está o uso de conchas que ajudam a formação do mamilo. Eu achei imprescindíveis! Mas tem que saber qual o tipo correto para se usar!! Consulte a Calma!

Amamentar não é tão instintivo quanto pensamos, é preciso se preparar! Lembre-se sempre de como é importante o leite materno para o seu bebê!


Confira a história de uma mãe e sua preparação para amamentar!



4. Descanse!


Grávidas precisam descansar! Afinal, o corpo está trabalhando dobrado para desenvolver um bebezinho. Respeite esse momento! Durma bastante, evite stress e economize suas energias. Você precisará de muita quando, finalmente, seu bebê chegar!!



5. Alimente-se regularmente!



Você precisará comer por dois! Sentirá mais fome, porém cuidado com o exagero para não engordar além da conta! Depois não é nada fácil perder os quilinhos extras. Coma regularmente. Faça lanches nos intervalos das grandes refeições. E procure comer alimentos saudáveis para passar muitos nutrientes para seu bebê.

Não descobri se essa história de desejo de grávida é verdade... mas é uma ótima desculpa pra gente comer besteira. Fique ligada!!




6. Desfile seu barrigão!


Continue vaidosa, compre roupas novas e exiba seu barrigão! Gravidez se vive apenas 1 ou 2 vezes. Raramente 3 ou mais! Por isso, aproveite para curtir seu barrigão e desfilar modelitos por aí. Que mulher não gosta, não é?

Não esqueça de providenciar as roupas que usará depois da gravidez, levanto em conta que irá amamentar e que seu corpo pode não voltar tão rápido ao normal.

Relembre o post: "Renovação do guarda-roupa".







7. Prepare com antecedência o enxoval e o quartinho do bebê.



Não deixe para última hora, para não correr riscos nem ficar muito cansada! E lembre-se! A malinha da maternidade deverá ficar pronta desde o oitavo mês!






8. Escolha a babá com antecedência!

Não dá para escolher a babá no nono mês de gestação!! É importante que ela comece a trabalhar antes do bebê nascer. Assim, você pode conhecê-la melhor e receber ajuda para cuidar das coisinhas dele.

Também não é fácil achar uma babá hoje em dia, por isso quanto mais cedo começar a procurar, mais tempo terá!

Se você está nessa fase, confira post de uma grávida e sua procura por uma babá!








9. Faça todas as consultas do pré-natal e os exames solicitados por seu médico.



O acompanhamento da gravidez é importantíssimo para que tudo ocorra tranquilamente. Não deixe de comparecer.








10. Procure fazer exercícios físicos antes mesmo de engravidar!


Normalmente, a mulher que engravida e não estava fazendo atividades físicas deve aguardar até o terceiro mês para se execitar. Caso já esteja fazendo alguma atividade antes de engravidar, poderá dar continuidade, desde que autorizada pelo médico e obedecendo a alguns cuidados, claro!

Confira dicas de atividades físicas na gravidez no site Bebe.com.br.




Curta muito a sua gravidez e, como dizem, tenha uma boa hora!!


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Filhos das babás

Conheço muitos filhos de babás. Aqueles que vão aos aniversários dos amigos sozinhos com a babá, passeiam no shopping só no colo das babás, enquanto os pais estão lá na frente preocupados com outras coisas, dormem no quarto com a babá, vão à festa da escola com a babá, ficam em casa com a babá, quando os pais viajam, e vão até ao Pediatra com a babá!!






Nada contra babás. Elas têm uma função importantíssima e digníssima de ajudar nos cuidados com nossos filhos. Meus filhos também têm babá, que me ajuda muito e que eles querem muito bem. Ajudar, tudo bem. Porém terceirizar a maternidade pra mim já é demais. E é disso que eu falo. De pais que terceirizaram sua participação na vida dos filhos.

O filho da gente é pra gente cuidar! Eu sempre preferi limpar meus filhos pessoalmente, quando estava em casa, do que solicitar à babá. Sabe por quê? Porque com certeza eu limpava com mais cuidado e com amor. Se eu tivesse tempo, até lavaria as mamadeiras pessoalmente (eu tinha "neura" com limpeza de mamadeira). Por quê? Para garantir que ficariam bem lavadinhas. Festinhas? Ô parte boa!! Estive presente sempre. Por quê?  Para brincar com meus filhos, vê-los se divertir, conhecer os amiguinhos e também outros pais.

Passeios? Shoppings? Praças? Com certeza estão na minha companhia. Mas não sozinhos com a babá, sem ninguém por perto. E no médico? Obviamente sempre fui e vou às consultas, para explicar e entender pessoalmente qualquer situação. De noite, então? Jamais conseguiria deixar meus bebês dormindo com uma babá. Por quê? Se para uma mãe já é difícil acordar à noite, imagine para quem não é a mãe. Nós ficamos cansadas, mas somos apaixonadas. Aguentamos muito. Não conseguiria dormir sem ouvir meu filho e atendê-lo quando precisasse; sem saber se quando ele chorou, a babá acordou de bom humor; se ela preparou o leite direito e por aí vai...

Posso até ser super protetora, mas sou super presente com muito orgulho! Não quero ofender nenhum estilo de mãe. Sei que todas temos nossos problemas, nossas obrigações, nossas necessidades. Como já falei aqui, toda mãe tenta acertar e nenhuma é perfeita. O que quero defender é a presença das mães, é a companhia e a participação na vida das crianças. Isso faz uma diferença incrível. O papel da mãe e do pai é fundamental para o bom desenvolvimento das crianças. As babás são nossas aliadas, mas a responsabilidade de criar, cuidar, estimular e amar sempre será nossa.

Criança precisa de mãe!










quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Fralda Justa



Tem gente que diz que a maternidade/ paternidade é um conto de fadas, um mar de rosas. Não é bem assim... Tem gente que só faz reclamar e falar de coisas negativas, parecendo até que não queriam ter tido filhos... O certo é que ser pai ou mãe é sim a melhor coisa do mundo (não vou cansar de dizer). E é uma experiência indescritível e imperdível!

Mas, sim... passamos por cada situação! Então que tal transformarmos esses detalhezinhos não tão legais em motivo para rir?

Pois foi justamente isso que fez Adam Wasson em seu livro "Fralda Justa", um dos meus favoritos!! Eu garanto: quem lê esse livro não ri pouco não! Dá gargalhadas!!

Sabe por quê? Porque ele faz piada das situações mais difíceis pelas quais passamos com nossos bebês e dá dicas às vezes sarcásticas de etiqueta para pais e mães novatos se saírem bem de situações bizarras ou corriqueiras.

Não tente fugir, você vai se identificar sim com as inúmeras situações que ele comenta:
- Escolhendo um nome ("Tudo sobre nomes inventados, sobrenomes quilométricos, e 'roubo' de boas idéias")
- O nascimento ("perfeito passo a passo sobre como embrulhar o bebê")
- Amamentação ("dicas para amamentar em público com exemplo de looks 'descolada relax' ou 'exausta e perigosa")
- Xixi, cocô e golfadas ("o que fazer quando o bebê regurgita em alguém e como manter a dignidade ao ser vomitado em público")
- Babás ("como fazer perguntas delicadas sem perder a classe e 10 sinais de alerta se a babá é maluca")
- Voltando ao escritório ("porta-retrato na mesa de trabalho: 67 é mesmo um exagero?")
- Código do pequeno consumidor ("mordeu tem que pagar?")
- Inteligência ("como chegar ao jardim de infância com currículo impecável")
- Família ("instruções básicas para vovôs entenderem a parafernália do bebê")

E por aí vai...

Vejam algumas dicas do autor só para vocês ficarem com vontade de ler o livro todinho (e vale a pena!!)

SOBRE BABÁS: "Para testar a prontidão e agilidade da candidata, você pode deixar um vaso preparado para tombar no momento em que derem um esbarrão 'acidental' nele. Se ela for capaz de reagir a tempo de salvar a peça valiosa, provavelmente também vai ser capaz de agarrar o seu bebê antes que ele despenque do sofá".

NO MERCADO: "Quando seu filho provoca uma avalanche: aproveite o movimento extra para iniciar a etapa do despiste. Tire o produto causador da avalanche da mão do seu filho e o entregue para o filho de algum pai entretido com a movimentação causada pela avalanche, livrando-se assim da culpa pelo desastre".

BEBÊS COM CELULAR: "O problema de entregar o celular na mão do seu bebê é que quando ele apertar a tecla de discagem automática o telefone vai ligar para um de seus amigos e deixar vários minutos de 'gugu-dadá' e chiados na caixa postal dele. Pessoas com nomes começados pela letra A já nem atendem ao telefone quando o visor mostra que é ligação de alguém que se tornou pai ou mãe há pouco tempo".


Tais como esses comentários, o autor fala de inúmeras outras situações que acontecem em nossas vidas de pais e mães, fazendo com que a gente se divirta e passe a enxergar com bom humor o que na verdade nos tirava do sério...

Recomendo, recomendo e recomendo!!


"Fralda Justa é um manual de sobrevivência na selva de deslizes, constrangimentos e armadilhas sociais que envolvem a chegada de um novo bebê. Afinal, trocar fralda é fácil. Sair da fralda-justa em que você pode se meter é que é um problema!!"


Boa leitura e acima de tudo bom divertimento!! :)


Título: Fralda Justa
Autor: Adam Wasson
Editora: Matrix
Edição: 1
Especificações: Brochura | 160 páginas

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Escolha de um conselheiro



Quando a gente fica grávida, não falta quem queira dar alguma opinião. Imagine, então, depois que o bebê nasce!

É sugestão prá lá, conselho pra cá, palpite acolá... faça assim, faça assado... desde as sugestões mais novas no pedaço até as do tempo da vovó!

É tanta coisa que você pode pirar e fazer tentativas até mesmo contrárias!

Muitas vezes, o Pediatra fala para fazer de um jeito e lhe dá as explicações. Aí vem alguém querendo que você faça diferente. E cada um que lhe cerca vem com um palpite, uma dica infalível, um macete. São as vovós, as babás, as amigas, os parentes e por aí vai...

Coloca pra dormir de barriga pra cima! Não, de bruços!
Dá chupeta! Não dá chupeta!
Dá chazinho! Não dá chazinho!
Acorda pra mamar! Não acorda pra mamar!
É cólica! Não é cólica!
O leite tá forte! O leite tá fraco!

Não podemos nos esquecer que os tempos mudam... e as orientações também! O que era certo e talvez tivesse funcionado (por sorte) há 50, 30 ou 10 anos atrás às vezes não é mais. Então, fique bem atento ao que o Pediatra diz. Você tem que confiar no Pediatra que escolheu (caso não sinta essa confiança, trocar por outro que confie). E é muito importante que leve a babá para ouvir diretamente da "fonte" as orientações e, sempre que possível, as vovós (uma de cada vez pra não encher o consultório!!).



Bom, mas nem tudo a gente lembra de perguntar ao Pediatra. E tem muita coisa que acontece no dia-a-dia e a gente precisa dividir nossas inseguranças, dúvidas e angústias (sim, esses sentimentos sempre estão presentes). Por isso, eu vou dar uma dica que recebi quando estava grávida: escolha quem vai ser seu conselheiro. Defina um só para não ficar maluca. Mas não precisa dizer para os outros!!

Ou você fica com os conselhos da sua mãe ou da sua vó ou da sua sogra ou da sua irmã ou da sua amiga. É óbvio que você pode levar em conta tudo que lhe dizem, mas é melhor definir quem vai ser sua conselheira oficial (depois do Pediatra, claro!).

É sempre bom lembrar que vamos, sim, precisar de muitos conselhos e de muito apoio. Mesmo no segundo ou terceiro filhos, não é fácil cuidar de bebês, especialmente os recém-nascidos. São tão pequenos... e delicados... e sensíveis... e não falam... e choram... e não sabemos o que é... e às vezes nos desesperamos... juntando com o cansaço..... ufa! A boa notícia é que essa fase passa!!

Lembro também que, além do Pediatra e dos conselheiros, é muito importante que a gente esteja bem informada, leia muito e pesquise na internet as informações. Depois vou postar aqui minhas dicas de livros. Com conhecimento, tornamos as coisas mais fáceis.

sábado, 29 de outubro de 2011

Babás Superprotetoras


Você já ouviu falar em mães superprotetoras. Mas e babás superprotetoras? Pois é, elas podem existir, sim! E sorte de quem encontrá-las!

As babás superprotetoras fazem tudo o que os "chefinhos" querem e podem até deixar de cumprir alguma orientação dos pais para "protegê-los". Mas eu lhes garanto: é melhor que seja assim! Elas estragam e a gente conserta. Afinal, a responsabilidade de educar é do pai e da mãe!

Por exemplo, na minha casa, uma regra era clara: criança não pode almoçar em frente à TV. Essa regra já era! Quando chego em casa, olha eles lá... E já vem a explicação: "mas eles pediram..." E assim, eles almoçam todos os dias em frente à televisão (eu só chego em casa depois que almoçam). Outro exemplo: tem dias em que o cardápio das crianças é cozido, mas para os adultos tem lasanha. Quando eu chego em casa, tem um comendo a lasanha. E lá vem a desculpa: "ele pediu!". E o suco de laranja coado pra ficar sem bagaço? Quem inventou?

Pode ter certeza: é melhor assim! Afinal, a gente não quer a babá em atrito com as crianças. Nem as crianças fazendo malcriação para a babá. Ver a babá tentando agradar o "chefinho" e até defendendo seus interesses, me tranquiliza. Ver o carinho que eles sentem por ela também.

E, nesse mundo de hoje, que está tão difícil encontrar uma babá... melhor que o defeito seja mesmo a superproteção, não acham? Ou alguém queria um sargento no lugar?




Sugestão de filme: Nanny McPhee - vejam o trailer do filme sobre essa babá durona.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Uma é pouco, duas já é demais!


Quem tem filho pequeno e trabalha fora sabe que nem sempre é possível ter uma secretária apenas em casa. Um bebê precisa de 100% de atenção. Mas a casa também precisa ficar em ordem: almoço, jantar, roupas para lavar e passar, limpeza geral. Você não quer concorrência para o seu bebê!

Decisão tomada, se você tem ou pretende ter duas pessoas trabalhando para você, não pense que é tão simples assim. Você pode até ser exigente com a escolha de uma e de outra (e ter conseguido achar), mas acredite: mais exigentes ainda são elas entre si! Afinal, vão conviver diariamente e, se você não quer encrenca pro seu lado, muito menos com seu filho no meio, as duas têm que se dar muito bem!

Além de deixar claras as funções de cada uma, deixe claro que a prioridade é seu filho. Quem for responsável pela casa, tem que estar pronta para ajudar a outra com o bebê no que for preciso. E você deve perceber essa gentileza entre as duas quando estiver em casa.

Se uma tiver sido contratada depois da outra, pergunte o que ela está achando do trabalho da colega e perceba na conversa como vai o relacionamento entre elas. Uma coisa importante em ter duas pessoas é que uma pode vigiar a outra. Se perceber que alguma coisa não está indo bem neste relacionamento, não force a barra para manter as duas juntas.

Ouça seu coração e pense no melhor para seu filho naquele momento. Parece uma eternidade, mas um dia eles crescem e essa fase vai passar!

domingo, 15 de maio de 2011

O bê-a-bá das babás

Devemos entender que cada um de nós foi criado de uma maneira e tem seus próprios hábitos e suas próprias crenças. Independente de quem está certo ou errado, você - mãe - quer fazer tudo do seu jeito. Mesmo trocando idéias com amigos e parentes, cabe à mãe as decisões finais. Mas quando você se ausenta e deixa alguém tomando conta do seu filho, deve redobrar a atenção com os acontecimentos do dia-a-dia, pois podem existir "lógicas invertidas". Confira os exemplos abaixo e entenderá!!

EPISÓDIO 1: hábitos de higiene

Por alguns dias, depois de meu filho ter largado as fraldas, fiz blitz surpresa no banheiro e descobri que a babá primeiro limpava com o papel higiênico, depois com o chuveirinho! Eu expliquei que a limpeza deveria ser feita com a água e depois o papel apenas para secar. O papel deveria sair limpo. Depois desta situação, fiquei de olho na lavagem das mãos (sou neurótica com bactérias). Observei que ela lavava as mãos dele, mas não as próprias! Por alguns dias tive que fiscalizar e relembrar estes hábitos. Até hoje fico preocupada e sempre que estou presente prefiro eu mesma acompanhar meu filho no banheiro.

EPISÓDIO 2: banho

Uma semana depois de ter comprado um novo shampoo, quando cheguei em casa meu filho estava no banho e fui vê-lo. A babá ensaboou o corpo e depois passou o condicionador. Achei que não tinha observado direito e perguntei se já havia utilizado o shampoo. Ela disse que o que eu havia comprado deixava os cabelos crespos e não estava utilizando. Eu me espantei: os meninos estão há uma semana sem lavar os cabelos??

EPISÓDIO 3: uso do termômetro

(sem dúvida o mais grave)
Obs: meu filho devia ter mais de 2 anos quando descobri!!

Uma certa vez, meu filho estava com febre. Tirei sua temperatura e devolvi o termômetro à babá. Ela pegou do lado do mercúrio e até balançou para baixar a marcação. Eu comentei que não se podia pegar daquele lado, pois naquele local ficava armazenado o mercúrio. Terminei descobrindo que ela tirava a temperatura do lado errado do termômetro. Pelo visto, os filhos dela nunca tiverem febre...

Os três episódios foram casos verídicos e mostram que situações como essas podem acontecer em nosso dia-a-dia, sem a gente saber. Por isso, devemos acompanhar, perguntar e ensinar o Bê-á-bá às babás.

Obs: gostaria de ressaltar que mesmo com esses episódios isolados, a babá dos meus filhos é ótima e tem muitas qualidades.