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domingo, 3 de junho de 2012

Curso de Formação para pais e mães?



Deveria existir um curso formador de pais e mães. Sim, algo como uma faculdade, com opção de pós-graduação para quem se interessasse. Um curso incluindo matérias como introdução à medicina com especialização em pediatria, noções de pedagogia, um nível básico de psicologia infantil, além de aulas de nutrição, gastronomia e literatura infantil.

É... não é fácil ser pai ou mãe. Cada dia um novo desafio. Não estou exagerando, mas criar filhos é uma tarefa muito difícil. Começa pelas doenças que a gente sempre fica desesperado e nunca sabe o que fazer. Corre para um médico, corre para outro. Com o tempo a gente ganha experiência e começa a tirar de letra as gripes e resfriados, por exemplo!

Principalmente com os recém-nascidos, ser mãe é desesperador! Aquela famosa "Síndrome da morte súbita" nos assombra dia e noite. Temos que entender sobre a posição para dormir, os arrotos, o cuidado com o umbigo e até sobre cor e textura do cocô!!

E os estudos? Quando a criança entra para o ensino fundamental e inicia a alfabetização, nós temos que saber como ajudá-la principalmente nas tarefas de casa. E mais ainda, precisamos saber a melhor metodologia para ajudá-lo a aprender melhor. Nesta fase também precisamos nos tornar um dicionário ambulante, já que, cada vez mais, as palavras difíceis nos colocam contra a parede!

Para completar, as aulas de nutrição seriam importantíssimas para nos ajudar a alimentá-los de maneira saudável e equilibrada. A alimentação infantil é a chave para uma vida cheia de saúde e cada vez mais os pais estão buscando esta opção.

Com toda essa bagagem no "currículo", aí talvez, quem sabe, a gente soubesse um pouquinho mais para criar nossos filhos com mais conhecimento e segurança. Alguns vão falar sobre instintos maternos ou que a vida ensina, etc. Mas esse negócio de instinto materno não sei se resolve muito não! Muitas vezes recorro ao instinto das avós mesmo, que têm mais experiência!

E do jeito que as coisas evoluem, é capaz de no futuro para ser mãe realmente precisar de diploma e tudo!






Leia também: Grávida bem informada.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

O que os olhos não vêem...



Muita gente acha normal provar um pouquinho da comida dos outros, compartilhando o mesmo garfo, ou dar um golinho da bebida dos outros, no mesmo copo. Se entre adultos já deveria ser evitado, imagine com bebês!!

Por mais saúde que todos nós tenhamos, a boca abriga centenas de bactérias que podem conviver harmonicamente em nossa flora bucal, mas podem contaminar nossos bebês!

De acordo com o infectologista pediátrico Marco Aurélio P. Sáfadi, no site da Dican, "tanto as bactérias como alguns vírus e fungos fazem parte da flora normal das nossas vias aéreas, estando presentes nas vias respiratórias (nariz, boca, garganta etc.) apenas como colonizantes, ou seja, convivendo com o nosso organismo sem causar doença. Mas, em determinadas situações podem se tornar causa de doença nas crianças, principalmente pelo fato de elas ainda não terem proteção (anticorpos) contra muitos destes agentes".



Muito além da nojentice, isso é caso de saúde! E como nem todo mundo tem essa noção do que é certo ou errado, devemos orientar nossas babás desde o início sobre o que não pode ser feito. Vejam alguns exemplos:


  • Não soprar a comida para esfriá-la. Para isso, ela pode utilizar abanadores, pratos plásticos ou deixar próximo à janela.
  • Não beijar os bebês. Os bebês podem ficar empolados, além das questões higiênicas (imagine várias pessoas diferentes beijando as bochechinhas do seu filho, incluindo você).
  • Não utilizar os mesmos talheres. Utilizar talheres exclusivos para os bebês e crianças e não compartilhar.
  • Não soprar machucados, para não contaminar!

Imaginou essas situações? Então imagine agora a que eu vi ontem... uma babá dividindo o picolé com um bebezinho de cerca de 8 meses!! Lambia ela, lambia ele. Inacreditável?? Pois fique ligada porque pode acontecer!! Óbvio que eu não me segurei e fui procurar a mãe. Nem todas as pessoas têm noção de higiene e saúde. Portanto, deixe as suas orientações e fique de olho!!!

O que os olhos não vêem... mesmo assim o coração de mãe sente!!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Superprotetora, eu?



Muito preconceito existe a respeito das mães superprotetoras. No início, cheguei a negar o rótulo, mas hoje aceito com a maior naturalidade e até um pouco de orgulho. Eu penso que é melhor proteger demais... do que de menos!!!

Além disso, não é uma decisão que se toma conscientemente: "eu vou ser" ou "eu não vou ser". Antes de finalmente "ser", você nunca saberá qual será seu estilo de mãe. Portanto, nada de criticar o comportamento das outras mães. É muito instintivo esse, digamos, excesso de cuidado.

O fato é que criança não é brinquedo. Todo cuidado e toda atenção nem sempre são suficientes. Mãe que é mãe se preocupa com tudo: violência, acidentes e até os cuidados com a higiene, alimentação, amizades e riscos do dia-a-dia.

Sei das consequências psicológicas que meus filhos podem vir a ter, mas sei também dos benefícios por terem uma mãe tão atenciosa e que cuida deles com tanta dedicação e carinho.

Aos que querem chamar de superproteção, aceito o título. Já falei aqui que sou "super" em tudo: super apaixonada, super entusiasmada, super dedicada, super esforçada, super protetora, super normal, SUPER MÃE!!




E para quem é Super Mãe como eu, confira o check list que a Nestlé preparou para cada ocasião. Cliquem nos links abaixo!

Dia-a-dia

Cuidados ao ar livre

Casa segura

Cuidados com o sol

Cuidados na cozinha

Circuito do Banho

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O primeiro dente mole a gente nunca esquece...




Eu sem coragem, ele com medo. Eu preocupada, ele tenso. Tanta tempestade num copo d'água por um simples dentinho que amoleceu...

Quantos já tirei da minha boca há muitos anos atrás e quantas milhões de crianças já tiraram também... não importava, não fazia diferença. Meu futuro banguelinha relutava em aceitar. O lero-lero não enrolou, o susto só assustou, a força não se esforçou. O dentinho mole ficou por lá, dias e dias causando inútil sofrimento. E em breve causará apenas a saudade de um menino crescendo.






Confira matéria da Revista Crescer sobre a Hora de tirar o primeiro dente de leite!



Confira informativo da ABO (Associação Brasileira de Odontologia):

Dentes de leite caindo - Os dentes de leite caem porque os permanentes estão atrás deles e sugam o cálcio de suas raízes. Sem raiz, eles ficam moles e caem. O natural é que o dente de leite caia sozinho, mas, se ele já estiver mole, ajudá-lo a cair é válido.
O sangramento deve ser estancado comprimindo a área com gaze ou algodão umedecido por água fria. Caso demore muito para o dente cair, o cirurgião-dentista deve ser procurado.
Não há idade certa para os dentes caírem. O importante é a sequência de erupção dos dentes permanentes. Com visitas periódicas, o odontopediatra pode avaliar se a troca dos dentes está correta e se há necessidade de extrações.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Ah! Se ele fosse um peixinho...



Se seu filho ainda não sabe nadar nem está aprendendo, o que você está fazendo aí parada? Vá logo matriculá-lo em uma aula de natação, pois essa é numa das coisas mais importantes que você pode fazer por ele.

Diferentemente de algumas décadas atrás, hoje tem piscina em toda esquina. Por mais cuidadosa e protetora que você seja, uma pequena distração pode colocá-lo em risco. E, infelizmente, acidentes em piscinas são mais comuns do que a gente fica sabendo.

Portanto, sem querer assustar, mas já assustando... agende para amanhã a aulinha experimental e comece para valer!

Não se dê desculpas:
- "Não tenho tempo"
- "Não tenho dinheiro"
- "Não gosto de entrar na água"*
- "Não estou em forma" (essa era a minha!)

Não prorrogue!
- "Quando eu entrar de férias..."
- "Quando parar de chover..."
- "Quando acabar o verão..."
- "Mês que vem..."
- "Ano que vem..."


Chega e desculpas! Priorize o que é realmente importante. Hoje, mais do que nunca, crianças e bebês têm que saber nadar! Quanto mais cedo, melhor! Ele estará mais seguro. Prepare seu peixinho!!

...Mas a piscina não é o único perigo de afogamento! Apenas 3 dedos de água são suficientes para afogar um bebê, por exemplo. Assista ao vídeo abaixo e fique muito ligada!



INFORMAÇÕES IMPORTANTES DA ONG CRIANÇA SEGURA
No Brasil, afogamentos são a segunda causa de morte e a oitava de hospitalização, entre os acidentes, na faixa etária de 1 a 14 anos.


"Boa parte das crianças que se afogam em piscinas está em casa sob o cuidado dos responsáveis. Um mero descuido basta para que um afogamento ocorra".

Conheça o site CRIANÇA SEGURA e confira as dicas de prevenção!


*Normalmente com os bebês a mãe tem que entrar junto na piscina!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Não bata, eduque!!


Apenas lendo o título deste post, todos já deveriam entender que se tratam de opostos. O que isso quer dizer? Que bater e educar são coisas distintas! Que se você bate, não está educando. E que se você quer educar, não deveria bater! Sei que se trata de um tema bastante polêmico. Mas não posso deixar de me manifestar!

Quem bate, controla os filhos através da lei do mais forte, através da dor e de ameaças. E faz isso porque não consegue se controlar. Bater é sair do controle e agir irracionalmente. Sim, pode ser mais fácil, mais prático e muito mais simples do que educar. E as crianças passam a obedecer por medo e não por respeito aos pais... É isso que você quer? O que realmente se ensina ao bater numa criança é que é com violência que se resolve as coisas. E violência gera violência...

Muitos pais que batem usam o argumento de que apanharam na infância e que mesmo assim tornaram-se pessoas boas... Mas os tempos mudaram e ainda bem que evoluímos! Hoje sabemos muito mais do que antigamente e podemos criar nossos filhos de uma maneira muito melhor e mais inteligente, com diálogo e respeito. Educar com violência ensina que a melhor forma de resolver conflitos é com violência. Por este motivo, quando tornam-se pais, querem repetir esta forma de educação. E, por este motivo, as crianças acreditam que fora de casa podem resolver seus conflitos batendo também.

Muitos pais também falam que não "agridem" os filhos, mas que apenas dão um "tapinha". Mas tapinha também dói e tem o mesmo efeito... Mesmo que os pais acreditem que sua palmada é fraca, ela é percebida pelas crianças de outra forma. E as palmadas deixam nas crianças sentimentos de medo, raiva, ressentimento e até vergonha. Além disso, a "palmadinha que não dói" pode gerar um efeito inverso, já que a criança pode não ter medo de apanhar e começar a desafiar seus pais. Isso pode fazer com que os pais aumentem cada vez mais a força.

Educar não é fácil, mas é gratificante demais. Explicar, dialogar, impor limites, dar bronca. Tudo isso pode e deve ser feito, com muito amor e sem violência. Sim, se educa com amor e não com raiva. E a educação que eles receberem em casa, levarão para a vida. E assim, tratarão bem os colegas, respeitarão os professores, serão gentis com as pessoas...

Vamos criar uma nova geração na qual se predomina o amor, a gentileza, a educação, o respeito! Vamos passar esses valores aos nossos filhos. Vamos transformar esse mundo com essa nova geração, pois ainda está em tempo!! Afinal, todos nós queremos um mundo melhor! Cuidem das nossas crianças!!


CONFIRAM TAMBÉM!!

A Campanha "Não Bata. Eduque", que conta com o apoio de Xuxa, tem um site muito bom, bastante informativo. Confiram as dicas de educação que eles prepararam.

Matéria da revista Crescer "Um tapinha dói, sim", que traz exemplos e entrevistas com psicólogos. Vale a pena ler!


Outra sugestão que eu deixo são os episódios de Suppernanny, que passavam no SBT e estão disponíveis na íntegra no site: http://www.sbt.com.br/supernanny/. Vale a pena assistir e aproveitar as dicas e orientações dela.


Confiram o vídeo da Campanha, com participação de Xuxa:




Fontes de consulta:
Rede Não Bata. Eduque: http://naobataeduque.org.br/ 
Revista Crescer - matéria "Um tapinha dói, sim".

sábado, 29 de outubro de 2011

Babás Superprotetoras


Você já ouviu falar em mães superprotetoras. Mas e babás superprotetoras? Pois é, elas podem existir, sim! E sorte de quem encontrá-las!

As babás superprotetoras fazem tudo o que os "chefinhos" querem e podem até deixar de cumprir alguma orientação dos pais para "protegê-los". Mas eu lhes garanto: é melhor que seja assim! Elas estragam e a gente conserta. Afinal, a responsabilidade de educar é do pai e da mãe!

Por exemplo, na minha casa, uma regra era clara: criança não pode almoçar em frente à TV. Essa regra já era! Quando chego em casa, olha eles lá... E já vem a explicação: "mas eles pediram..." E assim, eles almoçam todos os dias em frente à televisão (eu só chego em casa depois que almoçam). Outro exemplo: tem dias em que o cardápio das crianças é cozido, mas para os adultos tem lasanha. Quando eu chego em casa, tem um comendo a lasanha. E lá vem a desculpa: "ele pediu!". E o suco de laranja coado pra ficar sem bagaço? Quem inventou?

Pode ter certeza: é melhor assim! Afinal, a gente não quer a babá em atrito com as crianças. Nem as crianças fazendo malcriação para a babá. Ver a babá tentando agradar o "chefinho" e até defendendo seus interesses, me tranquiliza. Ver o carinho que eles sentem por ela também.

E, nesse mundo de hoje, que está tão difícil encontrar uma babá... melhor que o defeito seja mesmo a superproteção, não acham? Ou alguém queria um sargento no lugar?




Sugestão de filme: Nanny McPhee - vejam o trailer do filme sobre essa babá durona.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

De olhos bem abertos!


Todo mundo sabe que ter filho dá um trabalho danado! Temos que ficar sempre atentos à sua segurança. Mas não apenas à sua segurança fora de casa. Dentro de casa também! Infelizmente, nossas casas escondem muitas armadilhas.

Para ajudar na prevenção de acidentes, o Inmetro, em parceria com a ONG Criança Segura, criou a cartilha "Segurança Infantil", para ajudar os pais a reconhecer os principais perigos que podem encontrar dentro da sua própria casa!

Com base nos índices do Sistema de Monitoramente de Acidentes de Consumo do Inmetro e também do Ministério da Saúde, a Cartilha lista as principais medidas para prevenção de acidentes. É bom ficarmos de olho aberto!



Veja algumas orientações:

Na sala:
- Cobrir as tomadas para evitar choques elétricos;
- Não permitir fios desencapados;
- Usar portões de segurança no topo e pé das escadas;
- Não usar velas e fósforos perto de cortinas;
- Cordões de Cortinas e persianas não devem poder ser alcançados pelas crianças;
- Manter móveis longe de janelas e cortinas;
- Cuidado com quinas pontiagudas.

No quarto:
- Berços devem ter selo do Inmetro e suas grades no máximo 6cm entre elas;
- Não manter brinquedos, travesseiros e lençóis dentro do berço por risco de sufocação;
- Instalar grades ou redes de segurança nas janelas e sacadas por toda a casa e fazer inspeções periódicas.

Cozinha:
- Usar preferencialmente as bocas de trás do fogão;
- Manter panelas quentes fora do alcance das crianças, com cabo virado para dentro;
- Não utilizar panos ou toalhas por debaixo de recipientes com alimentos ou líquidos quentes;
- Guardar bem objetos de vidro, cerâmicas e facas.

Banheiro:
- Manter tampas de vaso sempre fechadas e travadas. Crianças pequenas podem se afogar em apenas 2,5cm de água.
- Banhos devem ser sempre supervisionados;
- Testar temperatura da água;
- Cuidado com pisos molhados e escorregadios;
- Trancar gavetas e armários com remédios, produtos de higiene e outros que ofereçam risco.

Área de serviço: 
- Manter fósforos, isqueiros e álcool fora do alcance das crianças;
- Trancar produtos de limpeza;
- Manter sacos plásticos longe das crianças por risco de sufocação;
- Esvaziar baldes e bacias e guardá-los virados para baixo.

Quintal:
- Supervisionar crianças andando de bicicleta nas ruas;
- No parque, verificar brinquedos apropriados para a idade;
- Cuidado com a altura dos brinquedos e a perigos como ferrugem, pregos expostos, superfícies instáveis ou quebradas;
- Remover plantas venenosas;
- Instalar cercas ao redor de piscinas;
- Sempre supervisionar crianças próximas a piscinas.


Você pode visualizar, salvar ou imprimir a cartilha completa aqui. Aproveite para fazer uma revisão na sua casa!

Além disso, o Inmetro orienta os consumidores a comprar apenas produtos que possuam o seu Selo, como: berços, chupetas, mamadeiras, brinquedos, materiais escolares e artigos de festa (em breve), bicicletas, cadeirinhas para auto, embalagens para álcool e fósforos.

Vale a pena também acessar o site do Inmetro feito para as crianças, que contém jogos, informações e um vídeo para as crianças aprenderem como as medidas estão no seu dia-a-dia: www.inmetro.gov.br/crianca.

Tome todos os cuidados e fique de olhos bem abertos!

A segurança das nossas crianças está em primeiro lugar!!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Tirar ou não tirar?



Sim, um dia chega a hora de tomar essa decisão: tirar a fralda do bebê! Existem pais que nem se lembram que essa hora chega, muitas vezes por pura comodidade de não ter que correr atrás de banheiro ou precisar se preocupar com isso.

Realmente não é fácil, mas você não quer um meninão ou uma mocinha de fraldas por aí, enquanto os amiguinhos já desfilam sem ela, não é?

O dia que deve ser iniciado o desfralde é que ninguém sabe, porque não existe uma data para isso. É no dia em que você quiser começar, sem compromisso. A criança começa a ter capacidade de controle das suas necessidades básicas a partir dos 2 anos, porém em casa eu acho que não custa nada deixar a criança sem fralda antes disso, seja simplesmente para "descansar" a pele do bebê, seja para "descansar" o bolso dos pais. Ou seja, a partir de 1 ano, 1 ano e meio, a fralda descartável já pode ser retirada quando estiver em casa. Um xixizinho aqui, outro ali, mais outro acolá... não tem problema! Nessa idade é quase impossível o bebê se controlar. De vez em quando você o coloca sentado no peniquinho, mas tenha certeza de que muitos xixis vão escapar!

Aí vai uma dica: deixe o bebê de cueca ou calcinha, dobre uma fralda de pano e coloque dentro, pois ela irá absorver um eventual xixi. Desta forma, não corre o risco de molhar o chão e o bebê escorregar.

Quando o bebê tiver com 2 anos, 2 anos e meio, você verá que ele já tem mais consciência e começará a pedir para ir ao peniquinho. De qualquer forma, você continua levando de vez em quando, sem aguardar que ele peça. Comemore quando ele fizer no lugar certo e não brigue quando escapar! Isso é natural.

A partir daí, é hora de tirar a fralda na escola também! Utilize a fralda descartável apenas para dormir (o desfralde noturno demora mais) e para sair (este desfralde fica para a etapa seguinte, quando ele estiver controlado em casa e na escola).




Outra dica: utilize as fraldas Pull Ups, da Huggies. Elas são próprias para desfralde, porque não são presas com os adesivos laterais. Elas têm elástico e com isso o bebê veste como se fosse uma cueca/ calcinha. Desta forma, pode abaixar e vestir novamente sem problemas. Elas são mais caras do que as normais, por isso reserve apenas para as saídas!







Pois é.... essa é uma fase muito gostosa, de conquistas do seu filho, de amadurecimento. Permita que ele cresça, incentivando o desfralde! É uma fase complicada também, mas passa... e daqui a uns anos vai fazer falta!


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Sobra tempo pra mãe?




Quando a gente tem filhos meninos, pensa que uma das grandes vantagens é que os meninos são práticos pra se vestir e, com isso, sobra tempo para a mãe se arrumar.

Comigo não é bem assim! Sou eu que escolho a roupa dos meus filhos (meu marido não entende a diferença entre "roupa de dentro de casa" e "roupa de sair") e a babá, apesar de já saber essa diferença (foi bem treinada) ainda não sabe adivinhar o modelo que eu gostaria que eles usassem!

Além disso, muitas vezes, enquanto o pai fica ocupado com milhões de coisas, parece que essa é uma tarefa da mãe, independente de suas outras ocupações: dar banho... e vestir... e calçar os sapatos... e pentear... etc. No meu caso, multiplicado por 2! Quando a gente percebe, está em cima da hora e não sobrou tempo!

Não é fácil para uma mulher escolher que roupa usar. Os cabelos compridos tomam nosso tempo para lavar e pentear. Não podemos esquecer dos acessórios. E ainda tem que sobrar tempo para a maquiagem, por mais simples que ela seja.

E só mais um detalhe pequenininho... criança não pode esperar! Porque se ela estiver pronta e com tempo livre, você já imaginou quanta coisa pode acontecer?

  1. Tirar os sapatos
  2. Decidir comer ou beber e se sujar
  3. Brincar tanto até suar
  4. Brigar com o irmão e chorar
  5. Ficar com sono
E por aí vai...

Portanto, quem tem na cabeça que mãe de menino tem essa vantagem, está redondamente enganado. O tempo não está a nosso favor.

Mas talvez essa seja a lição: aprender a não perder tempo pra sobrar mais tempo para os nossos pequenos admiradores. Eles nos acham lindas de qualquer jeito!

domingo, 28 de agosto de 2011

Segredo Segredíssimo

Toda mãe dá mil recomendações aos filhos:

Não fale com estranhos!
Cuidado ao atravessar a rua!
Não ande sozinho!
...
Mas tem uma recomendação que sempre fica em segredo... e quase sempre é esquecida... Dificilmente mães e pais falam sobre os riscos da pedofilia com seus filhos.

Falar com nossos filhos sobre pedofilia?? Sim, exatamente e principalmente! Mas como?? 

Esta é justamente a luta pessoal e profissional de Odívia Barros, escritora do livro Segredo Segredíssimo, que foi vítima e - depois de adulta, casada e mãe - descobriu que a maneira de tratar do assunto com as crianças poderia estar em um livro com uma linguagem própria do universo infantil e escrito sob a ótica da criança. Em entrevista, Odília explica:
"...costumamos ensinar aos nossos filhos: não falar com estranhos, por exemplo. Mas como podemos esperar que uma criança se defenda de algo que fingimos não existir? Como uma criança pequena pode imaginar que uma pessoa da família ou um amigo que frequenta a sua casa vai fazer mal a ela? É responsabilidade dos adultos proteger as crianças. É responsabilidade dos adultos mostra que o perigo existe e que é possível se defender revelando o ocorrido".


Odívia está coberta de razão. Resta a nós, mães e pais, nos unirmos nesta luta e apoiarmos esta campanha. Antes que um dos meus leitores pense que este assunto não lhe interessa ou lhe diz respeito, aqui vão mais argumentos:

  • Não. A pedofilia não acontece apenas nas classes menos instruídas, mais pobres.
  • Não. A pedofilia não acontece apenas em famílias desestruturadas.
  • A pedofilia é mais comum do que a gente sabe e está mais perto do que a gente pensa.
  • Os pedófilos são pessoas aparentemente normais, que têm família (a maior parte dos casos é da própria família da vítima), têm amigos, trabalham, ou seja, passam despercebidos.

A experiência da leitura
Comprei o livro e li com meu filho de 5 anos.

O conto - que tem pouco texto e bastante ilustração - narra a história de Adriana, uma menina triste, que tem um "segredo segredíssimo" e resolve contar à sua amiga Alice: o "tio" queria fazer "brincadeira de adulto" com ela. A amiga, então, dá um conselho conselhíssimo: contar o segredo para a mãe.

Não vou mentir que fiquei um pouco nervosa, por não saber qual seria a reação do meu filho e se seria a hora certa, mas confiei no trabalho de Odília e na sua experiência, além do fato do livro estar sendo recomendado por educadores, psicólogos e psicopedagogos.

Meu filho resumiu a história apontando para o "tio": "Esse é o malvadão, é, mãe?"

Eu aproveitei para falar da parte que acho mais importante, talvez para a idade dele: quando a "mocinha" contou o segredo para a "mãe heroína", a mãe mandou o "malvadão" embora. Ele nunca mais voltou e elas "viveram felizes para sempre".

O mais importante é a criança saber que tem a mãe e o pai para protegê-la e que pode contar para eles e contar com eles. E que qualquer coisa que a incomode deve ser falada para a mãe ajudá-la.

O objetivo da autora - e agora nosso também - é fazer com que este assunto deixe de ser segredo, deixe de ficar guardado, pois como ela diz, isso só vai proteger os abusadores. Vamos orientar e alertar nossos filhos para prevenir algo que dificilmente pode ser remediado...

E como diz Odívia em sua biografia: "Que este livro possa impedir outras histórias iguais".


Blog de Odívia Barros: http://odiviabarros.blogspot.com/

Livro recomendado para crianças a partir de 5 anos.

Abaixo clipe da campanha Carinho de Verdade, que conta com a participação de Xuxa, Ivete Sangalo e outros artistas importantes - contra a exploração sexual de crianças e adolescentes.


sábado, 27 de agosto de 2011

Você sabia? Picada de inseto



Picadas de insetos não são tão simples quando a gente pensa. Além de todo o incômodo nas crianças, a picada muitas vezes abre passagem para possíveis bactérias através da pele.

Por isso, observe a reação da criança e consulte o pediatra sobre o uso de pomadas antibióticas para evitar uma possível infecção.


Para evitar as picadas, melhor vestir as crianças com roupas compridas (se a temperatura ambiente permitir!). Caso precise passar repelentes, escolha um próprio para crianças e verifique na embalagem a idade mínima que ele pode ser aplicado. Lembre que os repelentes não são recomendados para bebês com menos de 6 meses.

Leia mais sobre este assunto no siteda Baby Center: clique aqui.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Dica: protetor de assento

Se seu filho já tirou as fraldas, você está naquela fase em que a gente torce para ele não ter necessidade de usar o banheiro público! Mas não tem escapatória! Criança dificilmente consegue "segurar" a vontade. Por isso, é sempre bom estar preparada.

A regra número 1 é sempre levá-lo ao banheiro antes de sair de casa. Mas como nem sempre isso resolve (e nem sempre a gente se lembra), a regra número 2 é manter sempre na bolsa dele ou da sua um protetor de assento descartável. Eles são super úteis e práticos de usar. Em nenhum momento, ao colocá-lo, você precisa encostar no assento do vaso sanitário. Os protetores de assento são vendidos em embalagens individuais e são fáceis de guardar na bolsa, pois não fazem volume.

Com certeza, nós, mães, ficaremos um pouco mais tranquilas em levar nossos filhos aos banheiros públicos, sejam eles em shoppings, restaurantes, praças públicas ou qualquer outro lugar. Não deixe de ter esse cuidado.

Fica a dica!





Os protetores de assento já estão à venda na Loja Superbacana, a loja virtual aqui do Blog.


 
 
 
 
 
 
 

sábado, 4 de junho de 2011

Você sabia? (uso do sabonete)


Você sabia que só se deve usar sabonete uma vez ao dia? Os demais banhos devem ser apenas com água, de preferência morna/ fria. Esse cuidado é para que a pele do bebê não fique ressecada. Se precisar, nos demais banhos você pode usar o sabonete apenas nas dobraduras e partes íntimas. Mas evite passar no corpo todo! Outra recomendação é usar sabonetes de glicerina.

Obs: essa dica vale também para adultos.

domingo, 15 de maio de 2011

O bê-a-bá das babás

Devemos entender que cada um de nós foi criado de uma maneira e tem seus próprios hábitos e suas próprias crenças. Independente de quem está certo ou errado, você - mãe - quer fazer tudo do seu jeito. Mesmo trocando idéias com amigos e parentes, cabe à mãe as decisões finais. Mas quando você se ausenta e deixa alguém tomando conta do seu filho, deve redobrar a atenção com os acontecimentos do dia-a-dia, pois podem existir "lógicas invertidas". Confira os exemplos abaixo e entenderá!!

EPISÓDIO 1: hábitos de higiene

Por alguns dias, depois de meu filho ter largado as fraldas, fiz blitz surpresa no banheiro e descobri que a babá primeiro limpava com o papel higiênico, depois com o chuveirinho! Eu expliquei que a limpeza deveria ser feita com a água e depois o papel apenas para secar. O papel deveria sair limpo. Depois desta situação, fiquei de olho na lavagem das mãos (sou neurótica com bactérias). Observei que ela lavava as mãos dele, mas não as próprias! Por alguns dias tive que fiscalizar e relembrar estes hábitos. Até hoje fico preocupada e sempre que estou presente prefiro eu mesma acompanhar meu filho no banheiro.

EPISÓDIO 2: banho

Uma semana depois de ter comprado um novo shampoo, quando cheguei em casa meu filho estava no banho e fui vê-lo. A babá ensaboou o corpo e depois passou o condicionador. Achei que não tinha observado direito e perguntei se já havia utilizado o shampoo. Ela disse que o que eu havia comprado deixava os cabelos crespos e não estava utilizando. Eu me espantei: os meninos estão há uma semana sem lavar os cabelos??

EPISÓDIO 3: uso do termômetro

(sem dúvida o mais grave)
Obs: meu filho devia ter mais de 2 anos quando descobri!!

Uma certa vez, meu filho estava com febre. Tirei sua temperatura e devolvi o termômetro à babá. Ela pegou do lado do mercúrio e até balançou para baixar a marcação. Eu comentei que não se podia pegar daquele lado, pois naquele local ficava armazenado o mercúrio. Terminei descobrindo que ela tirava a temperatura do lado errado do termômetro. Pelo visto, os filhos dela nunca tiverem febre...

Os três episódios foram casos verídicos e mostram que situações como essas podem acontecer em nosso dia-a-dia, sem a gente saber. Por isso, devemos acompanhar, perguntar e ensinar o Bê-á-bá às babás.

Obs: gostaria de ressaltar que mesmo com esses episódios isolados, a babá dos meus filhos é ótima e tem muitas qualidades.