quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dia do Cliente: pequeno grande consumidor


Dia 15 de Setembro é dia do cliente e de falar do maior de todos os clientes, ou melhor, do menor: a criança.

Sim, as crianças são as grandes consumidoras da atualidade, porque elas querem ganhar tudo e os pais também querem lhes dar tudo. Combinação perfeita (apesar de que querer não é poder!!:)

O resultado desta equação é simples e direto. E quem quiser vender bem deverá ficar atento a esses clientes mirins, que, além de tudo, são exigentes. E mais ainda são suas mães!

Eu selecionei algumas situações pelas quais passamos nós, clientes-mães, com nossos clientes-filhos.

Situação 1: Restaurantes



Por que a maioria dos restaurantes não está preparada para receber crianças? A única coisa que oferecem é o cadeirão. Nem talher infantil possuem (meus filhos já comeram até com o talher que serve comida porque não tinham outro).

Às vezes nem copos plásticos possuem. Se formos ao banheiro, a maioria não oferece nem um simples trocador. Qual a sugestão? Trocar a fralda na mesa?

Saindo das necessidades básicas, os restaurantes também deveriam pensar no entretenimento infantil, que pode ser desde um simples papel para desenho com giz de cera até um parque ou uma brinquedoteca, equipada com piscina de bolas, brinquedos, DVD e jogos eletrônicos. Com um pequeno detalhe: a brinquedoteca deve estar em local visível aos pais (e não no porão ou sótão).

Ah! Esqueci do cardápio infantil! Imprescindível!

Confiram no blog Pequenópolis as indicações de restaurantes para ir com crianças em Salvador.


Situação 2: Call Center noturno



Toda noite, é certo. O telefone fixo da minha casa toca várias vezes. São operadoras de cartão, telefonia, revistas... enfim, um bando de empresas inconvenientes, que só fazem irritar os clientes, ao invés de conquistá-los. Ligam em horários nada apropriados, principalmente para quem tem filhos pequenos.

A noite é o momento em que chegamos em casa, cansados do trabalho e queremos relaxar, dar atenção às crianças e, depois, colocá-las para dormir. E aí o telefone chama mil vezes seguidas. Paramos tudo que estamos fazendo para atender logo e não ficar ouvindo o barulho em casa. Do outro lado da linha, toma-lhe propaganda em nosso ouvido (bla bla bla...).

Eu sempre peço para não ligarem de novo, porque tem criança pequena em casa... Mas até hoje ligam (parece pirraça).

Situação 3: Mc Donald's



Sim, a Mc Donald's merece uma seção só para ela. Que inferno aqueles brindes que oferecem!! Eu não como Mc Donald's, meu marido tenta evitar, meus filhos só comem a batata frita. Mas o objeto de desejo está lá, estimulando nossos pequenos consumidores a quererem, de preferência, toda a coleção de brindes fajutos (em qualquer loja teria de melhor qualidade). Já pensou em comprar só o brinde? Acho que custa 80% do preço do kit completo! Escapar do fast food está difícil... Haja sanduíche!

Situação 4: criança cliente



Eu acho importante estimular a criança a pedir o que quer em uma loja, a perguntar o preço, a se virar sozinha (com a gente por trás, é claro!)

O problema que eu sempre vejo acontecer é que parece que os vendedores não enxergam as crianças. E isso significa que não estão atentos. Ou que não dão importância a esses pequenos grandes consumidores.



Moral da história: quem quiser ter diferencial e vender mais deve mimar esses pequenos grandes clientes!



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