Mostrando postagens com marcador alimentação infantil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alimentação infantil. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Eu apoio o Food Revolution Day!


 
 
"Estamos perdendo a guerra contra a obesidade nos EUA. É triste, mas é verdade. Nossos filhos estão crescendo acima do peso e desnutridos de uma dieta de alimentos processados e as crianças de hoje serão a primeira geração que vai viver menos tempo do que seus pais. É hora de mudança. É hora de uma revolução alimentar".  Jamie Oliver


Foi a partir dessa angústia que o chef inglês Jamie Oliver criou o Food Revolution Day. Um dia que visa promover a reflexão sobre a forma como nos alimentamos. Seu slogan propõe: “Cozinhe, Compartilhe e Vivencie”, através do qual defende, além da boa alimentação, o hábito de cozinhar.

Essa campanha ganhou força no mundo todo, inclusive no Brasil. E para que ela dê certo e cause a revolução a que se propõe precisamos engajar muitas pessoas. Por isso, o Instituto Alana (que atua na comunidade,  educação, defesa e futuro das crianças) propôs para este dia a exibição pública do documentário Muito Além do peso, da cineasta Estela Renner. O objetivo é alcançar e engajar mais e mais pessoas na campanha a favor da alimentação saudável.

O Mãe para Mães já está apoiando, divulgando e exibindo o filme também. E você? Já assistiu ao filme? Já divulgou e compartilhou? Quanto mais gente, melhor!

Não deixe de ler o post que escrevi sobre o documentário Muito Além do Peso e assistir ao filme. Você vai se assustar, acordar para a realidade e querer mudá-la com urgência.

Vamos fazer essa revolução para não perdermos a guerra contra a obesidade infantil!!







Visite o site oficial da campanha: http://www.foodrevolutionday.com/


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Muito além do peso...



Muito além do peso. Muito abaixo da expectativa de vida.

Muito além do excesso de comida, uma questão de cultura e educação.

O que estamos fazendo com essa nova geração? Ao contrário de todas as outras, que sempre viveram mais do que a geração anterior, essa nova geração tem promessa de viver menos. Muito menos... porque come muito mais... muito mais besteiras...

Pode não fazer sentido para alguns, pode parecer tolice para outros. Pode ser descaso de alguns, pode ser comodidade para outros. Mas o certo é que nós somos responsáveis por nossas crianças. E pela vida que elas terão pela frente. Nós guiamos as suas escolhas. E elas vão sofrer as consequências das nossas escolhas erradas.

E eu que pensava que nossa geração fosse tão consciente! Consciente dos males dos fast-foods, dos enlatados, dos refrigerantes... Mas é por este mesmo caminho que levam as crianças. Por um caminho que elas nem deveriam conhecer. Os pais de hoje não sabem dizer "não" a seus filhos, mas dizem não à saúde e à vida.

Eu acho tão feio uma criança tomando refrigerante! E balas e bombons? Pra mim, isso é coisa do passado. Dá sim para ser criança e não se viciar nessas porcarias. Mas as crianças estão o tempo todo sendo assediadas para comer o que não presta. Na escola, nas festinhas, no shopping na televisão.



Só o que quero é ser mais uma multiplicadora desta fantástica campanha que virou documentário. Um documentário incrível, lúcido e chocante.

É longo, mas não deixe de assistir. Não queira que seu filho viva 10 anos a menos que você.




"Muito Além do Peso

 (Way Beyond Weight)
84', cor, censura livre.

Obesidade, a maior epidemia infantil da história.

"Um filme obrigatório para qualquer pessoa que se importe com a saúde das nossas crianças" Jamie Oliver

Pela primeira vez na história da raça humana, crianças apresentam sintomas de doenças de adultos. Problemas de coração, respiração, depressão e diabetes tipo 2.
Todos têm em sua base a obesidade.
O documentário discute por que 33% das crianças brasileiras pesam mais do que deviam. As respostas envolvem a indústria, o governo, os pais, as escolas e a publicidade. Com histórias reais e alarmantes, o filme promove uma discussão sobre a obesidade infantil no Brasil e no mundo".






Conheçam o site da campanha: http://www.muitoalemdopeso.com.br


Pare! Pense! Mude!


Veja também: Alimentação Saudável.

sábado, 3 de março de 2012

20 dicas para melhorar a alimentação do seu filho



A alimentação é uma das grandes preocupações dos pais. É ou não é? E é muito importante que desde o início, lá pelos seis meses quando é intoduzida a alimentação sólida, que os pais já comecem da maneira correta, para criar hábitos saudáveis nos pequenos. São nossos deslizes que causam as famosas frescuras, tão difíceis de serem tratadas. Por isso, compartilho com vocês 20 dicas nutricionais importantíssimas para nossas crianças.


20 DICAS DE ALIMENTAÇÃO INFANTIL*


1 - Misturar alimentos não é bater tudo junto em uma pasta sem cor nem gosto definido. É importante deixar a criança entrar em contato com sabores variados e aprender a diferenciá-los. Mesmo em uma sopa feita com vários legumes, escolha a cada vez um que será predominante, na cor e no sabor: cenoura, beterraba, mandioquinha etc.

2 - Nas sopas de legumes, o melhor é amassar os ingredientes com o garfo, sem passar pelo liqüidificador ou pela peneira, para conservar as fibras dos alimentos.

3 - Acrescente legumes cortados bem fino no omelete ou no recheio de panquecas. Eles também podem entrar em croquetes, almôndegas e hambúrgueres feitos em casa.

4 - Incremente a massa da panqueca com espinafre (bata no liquidificador 4 ovos, 500 ml de leite, 1 colher (sopa) de manteiga derretida e 1/3 de maço de espinafre cozido, espremido e picado. Junte 200 g de farinha de trigo, bata até ficar homogêneo e frite em frigideira antiaderente).

5 - Yakissoba, macarrão japonês feito com legumes e carnes, é um ótimo exemplo de mistura saudável e completa que a maioria das crianças gosta de comer. Você pode comprar pronto ou fazer uma versão em casa (use os legumes que tiver à mão, massa longa e shoyu --não use sal).

6 - Inclua nas refeições comidas que a criança pode pegar com as mãos: cenoura baby, tomate-cereja, espiga de milho, hortaliças cortadas em palito (erva-doce, pepino).

7 -
Não sirva no jantar o mesmo cardápio do almoço. Se for reaproveitar os pratos, reinvente as combinações.

8 - Não "ajude" a criança a finalizar o prato. Cada um come aquilo que está no seu próprio prato, a quantidade que achar necessária.

9 - "Raspar" o prato não é uma coisa linda, obrigatória, nem necessariamente desejável. Não obrigue seu filho a isso.

10 - Não faça ameaças de nenhum tipo, como dizer para seu filho que, se ele não comer, ficará doente e terá de ir ao médico. Aliás, quando a criança está doente mesmo, não a obrigue a comer. Mantenha a tranqüilidade e espere até ela sentir fome (isso é um sinal de que ela está se recuperando).

11 - Premiar quem come tudo também não é uma boa prática. É comum os adultos sugerirem que a criança deve comer os legumes, por exemplo, para poder ter a sobremesa. Nenhuma parte da refeição é um prêmio, cada uma tem a sua função, porção e lugar.


12 - O lanche também tem sua função, mas na dose, hora e lugar certo. Não compense no lanche o pouco que seu filho comeu no almoço. O máximo que vai acontecer é ele ficar com mais fome até a hora do jantar e, na melhor hipótese, comerá bem.

13- Crianças de 5 ou 6 anos estão na fase de estímulos primários. Elas são atraídas por cores, formas, novidades. Nessa fase, os pais podem proporcionar novas experiências gastronômicas para seus filhos, apresentando os diferentes sabores dos alimentos.

14 - Na boca, somos capazes de sentir apenas quatro gostos: doce (na ponta da língua), salgado e ácido (nas laterais) e amargo (no fundo da boca). A criança que já mastiga pode e deve entrar em contato com todos esses tipos de gosto; dessa forma, poderá reconhecê-los e formar um repertório de sabores (que é a mistura das sensações gustativas com as olfativas). Quanto mais amplo for esse repertório, maior a chance de seu filho comer (quase) tudo.

15 - A tolerância para o gosto amargo é determinada geneticamente. Por isso, não tenha medo de oferecer à criança alimentos com um certo amargor, como rúcula, por exemplo. Se ela tiver predisposição, maravilha; se não, também está ótimo, não insista. O importante é ela conhecer o sabor, para descobrir se gosta ou não daquilo.

16 - O ambiente da refeição deve ser tranqüilo, sem TV, música e muito menos gritaria. Deixe as conversas sérias e broncas para depois. Todas as refeições (lanches inclusive) devem ser feitas à mesa.

17 - Sempre que possível, faça pelo menos uma das refeições principais com seus filhos. Se o horário de trabalho for muito complicado, tente estabelecer um dia da semana para isso, como rotina.

18 - Comida de crianças a partir de dois anos é a mesma dos adultos --elas seguem os hábitos alimentares da casa. Isso significa que, se os pais não comem frutas ou verduras, os filhos seguirão o exemplo e forçá-los a comer salada pode ser um trabalho inútil. Nesses casos, é preciso rever os hábitos de toda a família.

19 - Leve as crianças para a cozinha. Quando elas mesmas preparam os alimentos, certamente vão querer provar o que fizeram. É uma experiência lúdica, prazerosa, como deve ser a relação com a comida.

20 - Ir à feira com as crianças é um jeito divertido de apresentá-las ao mundo das frutas e verduras. E os feirantes têm técnicas infalíveis para fazer o filho do freguês provar as frutas que querem vender. Fazer o supermercado com a família toda é um pouco mais complicado, mas vale a pena. É uma boa ocasião para fazer acordos --para levar sorvete, é preciso levar cenoura.



*Peço desculpas pois não lembro o site que extraí estas dicas para conceder a autoria. Mas achei tão interessantes e completas que não quis deixar de divulgá-las.