quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia da mulher



Durante séculos, o papel da mulher na sociedade resumiu-se a cuidar da casa e dos filhos. Até que um dia, as mulheres foram às ruas e exigiram o direito de entrar no mercado de trabalho.

Conquista justa, bela e necessária. Porém, décadas depois de garantido esse direito, as mulheres continuam carregando o trauma das suas gerações passadas. Com isso, muitas priorizam o trabalho e postergam a maternidade. Fazem isso para conquistar uma carreira de sucesso, temendo que uma interrupção atrapalhe.



A verdade é que, após a maternidade, o trabalho jamais ficará em primeiro lugar. E nem deveria! E nem poderia. Mas a mulher tem uma capacidade incrível de executar múltiplas funções e de dar conta de todas elas. A mulher tem a capacidade de trabalhar fora, gerenciar a casa e cuidar dos filhos com toda a dedicação possível.

É isso que muitas mulheres temem, porém disso não deveriam fugir. Sabem por quê? Porque a melhor coisa do mundo é ser mãe. E nenhuma carreira bem sucedida poderia ser mais gratificante do que isso.





Lutamos por séculos para não sermos apenas mães, mas é justamente isso o que realmente importa na vida: sermos mães. E assim, sermos de tudo um pouco!



O tempo passa rápido. E o mais importante é passar junto com um filho.



"O importante é que você ame seus filhos, tome conta deles, ame seu trabalho, faça o melhor que puder e curta a vida. E não há regra, fórmula ou lei que diga como você deve fazer isso. Você tem que escolher a melhor forma para você". Michelle Slatalla, jornalista norte-americana que escreve a coluna Wife/Mother/Worker/Spy (Esposa/Mãe/Trabalhadora/Espiã) no jornal The New York Times e mãe de 3 filhos, em entrevista à Revista Crescer.


Leiam também artigo: "Mãe, profissional e duplamente culpada" - da Revista Pais e Filhos

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