sábado, 26 de outubro de 2013

Engenhoca de sons (app Itaú Criança)




Já pensou em contar uma historinha com sonoplastia?? Seria bom demais, não é?? Fazer aquela risada de bruxa que você não consegue ou usar o som de passarinhos ao fundo ou fazer o barulho da chuva, do vento... 


Na história da Cinderela, já imaginou se tivesse o barulho da carruagem levando-a para o baile? E ao dar meia-noite, se seu filho ouvisse as badaladas de "verdade"? E ao contar a história de Shrek, já pensou se de repente saísse o som do arroto do ogro? Ia ficar bem mais divertido! Na história de Branca de Neve, poderia ter o barulho da floresta ao fundo e no final o som do beijo do príncipe!


Bom, esses são só alguns detalhes, que vão deixar as crianças animadas, curiosas e mais interessadas em histórias!! E sabem aonde vocês podem encontrar? No aplicativo Itaú Criança, disponível na App Store. 


Nesse aplicativo, o Itaú disponibilizou 3 ferramentas, que ele chama de "aliadas" na hora de ler para uma criança. Essa que eu falei pra vocês é a "engenhoca de sons". E é realmente muito legal!! 


Conheçam abaixo as 3 ferramentas:



"Engenhoca de sons

Transforme o seu celular em uma mesa de efeitos sonoros. Trilhas, barulhos e muitos outros BUMS, PLACTS e ZUPTS estão na ponta dos seus dedos para dar aquele TCHAMS na hora de embalar uma boa leitura.

Máscaras divertidas

Personagens encantados - como o cavaleiro, a princesa, o lobo, o mago, o sapo, o dragão e o gigante - irão falar, de verdade, as suas palavras de narrador.

AnimaLivro

Posicione o celular por cima das ilustrações dos livros da Coleção Itaú Criança e transforme-as em animações interativas. Ideal para a criança curtir a história que está sendo lida ali, por você".



Como diria meu caçulinha, "você 'abaixa', mãe?"


Divirtam-se!!!



Baixe aqui o App Itaú Criança.

e
Peça aqui sua coleção de livros.







Obs: esse texto não é um publipost

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Uma estreia nada triunfal - nascimento de um bebê





E o bebê veio ao mundo!

Mas ele não foi avisado. Estava dormindo quietinho na barriga da sua mãe. Quando de repente é arrancado sem ter se preparado.

E na sua estreia nada triunfal, não vê a mamãe. Vê homens e mulheres equipados. Seu cordão ainda pulsa, mas é logo cortado. Passa de mão em mão para ser pesado. É esticado para que curiosos saibam, antes de completar 1 minuto de vida, o quanto pesa. A mãe olha de longe, esperando a sua vez...


Carimbam o pé, colocam pulseira. Fazem testes, dão-lhe notas. Obviamente que chora! Seus olhos mal abrem, mas colocam-lhe um colírio que arde. Sim, deve arder, em olhos que nem viram o mundo ainda. Limpam ele todo, como se aquilo fosse sujeira... Mas era uma proteção importante, para quem está tendo contato com o mundo externo pela primeira vez.


Finalmente, colocam-lhe nos braços da mãe, que rapidamente lhe vê. Colocam-no no peito. Calma!! A primeira tentativa de amamentação não deve ser assim. A mãe está em uma posição nada confortável. Várias pessoas olhando, com pressa, cada uma para fazer logo a sua função.

Tiram o bebê da mãe, entregam ao pai para mostrar pelo vidro aos familiares ansiosos. Rápido, papai, porque já querem o bebê de volta, em uma sequência incansável para os profissionais que trabalham, mas nada fácil para quem estreou no mundo pela primeira e única vez...





Não satisfeitos, mandam a mamãe embora, após completar todos os procedimentos. E o bebê? Vai ficar em observação (?) por horas... longe da mãe, junto com outros recém-nascidos. Os parentes preocupados não tiram o olho por fora do vidro. Querem saber quem é, marcar o rostinho. Ficam atentos às tantas luzes e sinais. Preocupam-se com o pé roxinho. Dão palpites se parece com a mãe ou o pai.


Enquanto isso, a mãe no quarto, tentando se recuperar das intervenções do parto. Difícil descansar com a cabeça e o coração em outro lugar. Só quer o filho. Justo. Justíssimo.

Mas calma, horas depois finalmente seu bebê vai chegar. De banho tomado, dado por uma desconhecida que faz isso mil vezes por dia e não deve fazer com a delicadeza que a própria mãe ou o pai fariam.

Mas, enfim, o bebê chega! Forte, por ter passado por tudo que passou. Agora deixem ele descansar, por favor.





Assistam "O Renascimento do Parto".


domingo, 13 de outubro de 2013

A Revolução Materna está só começando...

Imagem Google


A história da mulher na sociedade sempre foi pautada pela luta pelos próprios direitos, pela sua liberdade, pelo fim da discriminação. Há tempos atrás, as mulheres saíram às ruas para "queimar sutiãs" e mostrar ao mundo que não eram "apenas mães" e donas-de-casa. Reivindicavam seus direitos iguais em sociedade, seu direito de trabalhar com igualdade.

Mas a luta das mulheres nunca teve fim. Hoje, já inseridas no mercado de trabalho e provando a sua capacidade profissional e intelectual (mesmo ainda existindo algumas dificuldades), ironicamente as mulheres iniciam uma luta por um direito que sempre tiveram: o de parir.

Quem assistiu ao filme "O Renascimento do Parto" sabe do que estou falando. Com o filme, aprendemos que somos vítimas do sistema e que somos enganadas quase sempre por mitos (releia post completo aqui). E que somos constantemente vítimas de procedimentos desnecessários e sem evidências científicas. Aprendemos que devemos nos informar por conta própria e lutar pelo direito de ter nosso plano de parto como gostaríamos (e como realmente é possível e não de acordo com a conveniência do médico, dos planos de saúde e hospitais). Aprendemos a confiar em nosso corpo e em nossa capacidade natural de parir, assim como faz a maioria das mulheres por todo o mundo, inclusive nos países mais desenvolvidos. Já aprendemos e sabemos nossos direitos, mas ainda temos muito o que lutar. Agora precisamos levar este conhecimento a outras mães, para fortalecer a comunidade materna e assim pressionar o sistema.


"Confiamos muito em nossa mente, mas pouco em nosso corpo. Deixemos a mente um pouco de lado e nos entreguemos a esta experiência de permitir que o corpo nos guie. Nosso corpo sabe trazer nosso bebê ao mundo, precisamos apenas dar esta chance a ele" (A Mulher Moderna não sabe parir - Inês Baylão Morais Monson, doula, educadora perinatal).





Não dizem que quando nasce uma criança nasce uma mãe? Sim, nenhuma mulher sabe ser mãe antes que de fato seja! As mulheres só aprendem a ser mães quando se tornam mães. Mas isso não quer dizer que vamos viver só de experiências. Aprender, estudar, pesquisar e se informar são fundamentais! Mais do que nunca, sinto que quebramos a barreira da ignorância e este caminho não tem mais volta! Porque a mulher com conhecimento pode fazer escolhas com consciência.

Mas essa é só a primeira de muitas barreiras que ainda temos a vencer. A amamentação é outra barreira. As mulheres são diariamente desencorajadas de amamentar. As empresas de alimentos entraram pesado no mercado para bebês oferecendo "soluções" de fórmulas infantis "substitutas" ao leite materno. Grandes revistas pregam campanhas, como a "Culpa, não!" da Revista Pais & Filhos, que dizem em outras palavras: "tudo bem se você não amamentar, não se sinta culpada, não há problema algum em dar fórmula, nós somos patrocinadas por essa fórmula e vamos ajudar você a ser aceita pela sociedade sem se sentir culpada, não precisa mais tentar". O pior é que esta Revista é um grande veículo formador de opinião e vem conseguindo convencer muitas mães de que a praticidade é a melhor opção e que exige menos esforço. É mais ou menos por aí. Estamos literalmente pagando caro por isso.


Existem também uma série de mitos envolvendo a amamentação. Leite fraco, pouco leite, peito pode cair, seios pequenos, amamentar dói, mamilos planos ou invertidos, etc. Mitos que fazem a mulher se convencer de que não deve nem se esforçar para aprender a amamentar. Sim, porque assim como ninguém nasce sabendo ser mãe, ninguém nasce sabendo amamentar. Mas é possível aprender, buscar ajuda e lutar contra os mitos.

"Quando uma mulher é convencida da sua incapacidade de alimentar naturalmente sem que o motivo seja válido estamos no mesmo contexto de violência contra a mulher" (Blog do Cacá - Aleitamento: o empoderamento das mulheres no pós-parto)

Revista Vínculo




A mulher também foi convencida de que não é capaz de cuidar do seu filho. Contrata auxiliar de enfermagem, tem babás em excesso trocando plantões, já que ela não pode ficar sozinha com um bebê, nunca troca uma fralda ou prepara uma mamadeira.

Foi essa a evolução que buscamos? Queremos de volta a mulher que sabia ser mãe, que gostava de ser mãe.

Mas quando a mulher decide buscar o conhecimento e não fugir dele, quando a mulher assume que a informação é a sua arma mais preciosa e vai em busca dela, quando a mulher se dá conta dos seus direitos e chama a responsabilidade para si, ela consegue se fortalecer e se transformar em uma mulher empoderada. Esse termo vem ganhando força no universo materno. E você sabe o que significa?

"A palavra empoderamento surgiu do inglês "empowerment" e significa obtenção, alargamento ou reforço do poder. Mas foi nos anos de 60/70 (...) que a expressão assumiu o significado mais comumente utilizado hoje de emancipação social, que envolve, necessariamente, a ação". (Revista Vínculo)

A mulher empoderada é consciente do seu poder, da sua força, dos seus direitos. Ela quer respostas, ela quer verdades. A mulher empoderada toma o poder sobre sua própria vida e a vida que vai gerar ou já gerou.

A mulher empoderada confia que sabe parir, que pode amamentar e cuidar do seu filho e pode decidir como fazer qualquer uma dessas coisas se ela se informar. A mulher empoderada não se deixa iludir pelos mitos que tentam plantar na sua cabeça, não se esmorece na primeira dificuldade. A mulher empoderada não aceita desculpas, aceita ajuda. Não significa que a mulher empoderada não possa fazer escolhas erradas. A mulher empoderada fará escolhas mais conscientes, já que busca conhecimento e questiona a todo momento.

E a união das mulheres empoderadas é que vai causar a revolução materna. Uma revolução onde a arma é o conhecimento. Uma revolução pelo nascimento de um novo tempo, um tempo mais digno para o nascimento de uma nova geração.






Mais informações:
O Renascimento do parto - post de Mãe para Mães
O Renascimento do Parto - site do filme
Vila Mamífera
Revista Vínculo
Para Beatriz - Por que muitos não querem mães informadas?

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Estar presente vale mais do que o presente







Mais um Dia das Crianças chegando!! E sabem o que realmente importa? Não é o presente, e sim, pais e mães presentes!!

O que as crianças querem é brincar e ter o pai e a mãe com eles. Não importa se o brinquedo é de última geração se essa geração está crescendo sem atenção. Uma infância bem vivida é o melhor presente que você pode dar ao seu filho.

Crianças querem um pai e uma mãe que sentem no chão e brinquem com eles, que desçam pro play e corram na quadra, que vão para a pracinha e se divirtam juntos, que não tenham medo de tinta, de se sujar e de ficar suado.

Estar presente vale muito mais do que o presente.

Pensei nisso nesse dia das crianças e em todos os outros dias da infância do seu filho, porque passa muito rápido.

Inspire-se, mexa-se e divirta-se!



























segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Tem criança nesta casa!




Parede riscada
Brinquedos no chão
Quarto bagunçado
Farelos de pão

Tela na janela
Banquinho no banheiro
Brinquedo no chuveiro
Sofá com travesseiro

Roupa jogada
Desenhos pela casa
Mamãe descabelada
Por que não?

Tem criança nesta casa!
Tem risada, tem magia
Tem abraço e gritaria
Tem amor, tem alegria.



sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Leia para uma criança



Está de volta por mais um ano a campanha do Banco Itaú "Leia para uma criança", através da qual o Banco envia gratuitamente a coleção Itaú de livros infantis a quem solicitar!

Essa é uma das ações sociais praticadas pelo Banco, através do Programa Itaú Criança. Uma excelente iniciativa com o objetivo tão nobre: investir na educação infantil e, assim, no futuro do nosso país. Acertaram em cheio. Terão as crianças de hoje como grandes fãs da marca :)

"O programa Itaú Criança tem como objetivo mobilizar a sociedade para a garantia dos direitos da criança e do adolescente".

"Ler para uma criança é um gesto simples e muito importante. Por meio dele, contribuímos para a educação, a cultura e o lazer das crianças e ajudamos a mudar para melhor o futuro do Brasil".


Na última edição, o Itaú entregou mais de 7 milhões de livros infantis e beneficiou mais de 6 mil organizações com a Biblioteca Itaú Criança. 


E o mais importante não é apenas o estímulo à leitura, mas o estímulo à participação dos pais tornando este momento ainda mais prazeroso.


Quais são os livros da coleção 2013:


O mundo inteiro
de Liz Garton Scalon e Marla Frazee

"A praia deserta, a noite tranquila, o dia de chuva, a horta, a cozinha e a família reunida... O que seria o mundo inteiro? Leia para uma criança: esta obra com versos rimados retrata conceitos universais numa linguagem simples e delicada. Vencedor do prêmio Cadelcott Honor de melhor ilustração".

E o dente ainda doía
de Ana Terra

"Um jacaré folgado e largado não consegue descansar por causa de uma tremenda dor dente. E mesmo com a ajuda de outros bichos... o dente ainda doía! Leia para uma criança: e descubra como essa divertida história brinca e educa com números em um ritmo gostoso de lenga-lenga".




APP ITAÚ CRIANÇA





Esse ano, como novidade, o Itaú criou um aplicativo super interessante. Chama-se Itaú Criança e oferece, dentre outras coisas, a" ENGENHOCA DE SONS" (diferentes efeitos sonoros que poderão ser usados durante a leitura). Achei superbacana!! O aplicativo pode ser baixado gratuitamente na Apple Store.