terça-feira, 23 de julho de 2013

O bebê real

Imagem Globo.com


Êta que não se fala em outra coisa! Essa Família Real nem é nossa, reina lá distante, mas até parece que é, tamanha sua influência mundial. E agora, com o nascimento do principezinho (que também não é nosso! rs), fez aflorar os sonhos de contos de fadas que já passaram pelos travesseiros de todas as garotinhas de qualquer nacionalidade.

E Kate, que já era simpatizada pelos súditos nacionais e estrangeiros, ganhou mais pontos após o parto! A esfera materna está idolatrando a Duquesa! Primeiro, porque teve parto natural (com trabalho de parto que durou 11h). Princesa parindo de forma natural? Se ela pode, nós podemos! \o/ rs. O que muita gente não sabe é que os partos naturais ainda são os preferenciais nos países mais desenvolvidos. Aqui no Brasil é que o parto cesáreo tornou-se mais comum... quase imposição... :(

Segundo, porque saiu linda mas com uma barriguinha de quem pariu no dia anterior (parece óbvio, mas tem celebridades que saem mais magras do que antes de engravidar, fingindo que nada mudou!). Kate estava tão natural assim e continuou elegante como sempre. Pontos para ela!


imagem Globo.com


Nós, mulheres, gostamos de histórias verdadeiramente reais!

Vamos ver daqui pra frente! Especialistas em assuntos Reais garantem que Kate e William serão pais modernos e vão modernizar o conceito da maternidade na realeza, sabendo claramente a responsabilidade de influenciar toda uma geração:

"Eles representam o futuro da monarquia e suas escolhas vão influenciar a opinião popular em relação à educação infantil e também à família real" (BBC Brasil).




Fico feliz que tenham consciência disso. No passado, Princesas não amamentavam seus filhos, não cuidavam deles, não brincavam com eles, mal podiam abraça-los e beijá-los em público (acho que saía do "protocolo"). Os bebês eram criados pelas "babás reais". A Princesa Diana lutou bastante para criar seus filhos, amamentá-los e dispensar babás. Esse era um dos motivos das desavenças com a Família Real. Ela queria ser Mãe. Princesas não podiam ser mães dos seus filhos, porque eram "poupadas" deste "trabalho". Talvez porque nenhuma das gerações anteriores soubesse o quanto era gratificante esse "trabalho". E quem educaria melhor um filho (príncipe ou não) do que sua própria mãe? A babá real?

"Nos séculos 18 e 19, mães da família real causaram polêmica ao decidir amamentar seus bebês. Quando a rainha Vitória soube que suas filhas estavam amamentando seus bebês, deu a uma de suas vacas, em tom de crítica e deboche, o nome de Princesa Alice". (BBC Brasil)



Já pensou?


Com relação à babá, William e Kate optaram por contratar uma governanta (ao invés de babá, pois cuidará da casa também) por meio período (acho que a "PEC das domésticas" chegou lá), o que, segundo especialistas, indica que vão cuidar pessoalmente do filho na maior parte do tempo (assim como nós, pais e mães reais, que temos que conciliar a paternidade/ maternidade com o trabalho e outros afazeres). É isso que faz e fará com que eles sejam admirados, por serem reais.

Achei um vídeo muito bonito e emocionante na GNT chamado "Princesa Diana e a relação com os filhos William e Harry", que vocês precisam assistir. Lá no meio, em um discurso, Diana comprova todo seu esforço em ser mãe, quebrando protocolos, e demonstrar seu amor aos filhos e fala assim:


"O abraço não tem efeitos colaterais. Se todos cumprirmos nosso papel de fazer nossos filhos se sentirem valorizados o resultado vai ser fantástico. Há abraços em potencial em cada casa.". Princesa Diana.



O mundo precisa de mulheres assim, reais, que sejam mães acima de tudo, pois esta é a nossa melhor qualidade. E "Vossa Alteza Real, o Príncipe de Cambridge", que acabou de nascer, vai dar sorte, sim, de poder ser criado por uma mãe real e receber o amor dela.

E que "nosso" principezinho seja um real exemplo para as famílias de cada canto do mundo.





-----------------------------------------------------------------------------------

Fontes de referência:

Como a criação de bebês reais britânicos mudou no decorrer dos séculos
Princesa Diana e a relação com os filhos William e Harry
Bebê real aparece em público pela primeira vez em Londres

sábado, 20 de julho de 2013

Amigos de infância



Amigos são tão importantes! Imagine os famosos "amigos de infância". São importantíssimos! São eles os grandes companheiros dos nossos filhos na nossa ausência e que dividem toda aprendizagem sobre o mundo, real ou imaginário, de igual para igual.

E é tão bom quando esses amigos de infância são duradouros e a amizade é mantida por muito tempo. Na escola, por exemplo, é muito bom quando conseguimos que a criança se mantenha na mesma turma e cresça junto com ela. Isso cria um ambiente muito bom, familiar para ela. É uma boa oportunidade para as famílias se conheceram.

Enquanto são crianças pequenas, os pais normalmente estão juntos nas festinhas, nos encontros, na escola. Conhecer a família é conhecer com quem nosso filho está convivendo, com que tipos de influências. Eu acho muito bom quando vejo pais participativos, que frequentam reuniões, festas e encontros e que se conhecem. Quando isso acontece, fica fácil deixar a criança ir para a casa do coleguinha ou fazer um passeio com ele. E lá na frente, quando for "mico" ter os pais do lado, a gente já saberá com quem eles andam!

Quando a gente está presente, fica fácil identificar quem são as companhias boas para nossos filhos. Sim, porque vendo os pais a gente vê muita coisa.... Tem aqueles pais que cedem tudo, tem aqueles pais que estimulam comportamentos errados, etc. Essas crianças a gente sabe que lá na frente, na adolescência, vão dar trabalho... Mas meu medo não é o "trabalho", e sim, o caráter. É na infância que esse caráter é construído. A criança sem limites e sem boa educação vai aparecer lá na frente com consequências nada amigáveis. Você quer má companhia para seu filho? Eu não! No mundo de hoje isso preocupa demais.

Mas a gente tem que confiar também nas escolhas dos nossos filhos. Normalmente eles vão atrás dos seus pares, daqueles que se dão bem, dos mesmos estilos. Vamos torcer por isso e para que os amigos sejam sempre boas influências.

Viva a amizade!

E não esqueça: "Tú se tornas eternamente responsável por aquilo que cativas!" (O Pequeno Príncipe, Saint-Exupéry)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Respira, bumbum!



Eu fico louca quando vejo uma mãe trocando fraldas e enchendo o bebê com pomadas contra assaduras (Hipoglós e afins). Sim, porque primeiro, não é preciso esse exagero todo de pomadas que vemos por aí. Segundo, pomada é remédio e nunca vai deixar de ser!! Possui substâncias químicas que, por mais que ajudem em determinados momentos, em excesso, podem fazer mal!

Tem mãe que usa diariamente, a cada troca de fralda. Está errado! Veja lá na bula: é para usar enquanto persistirem os sintomas. E ponto! E não esqueça de deixar esse aviso com a babá, pois eu acho que elas também adoram pomadas! Dê uma olhadinha no bumbum do seu bebê. Está mesmo com assaduras ou você se acostumou a usar a pomada?

Sabe o que a pele do bebê precisa? De água (preferência morna para fria) e uma secagem bem feita (é importantíssimo que as dobraduras do bebê fiquem bem secas para evitar as assaduras). Além disso, não é necessário ensaboar o bebê ou a criança em todos os banhos, pois os sabonetes também podem agredir a pele (inclusive de adultos), deixando-a ressecada. Veja no post Você sabia? (uso do sabonete). Você pode optar por um banho por dia com sabonete e o outro só com água, para refrescar (em cidades quentes como a minha).

Outro exagero é o excesso de fraldas. As mães parecem que têm medo de bebê sem fralda. Eu acho uma bobagem! Como diria uma certa propaganda, o bumbum precisa respirar! E não é com aquele bolo de fralda plástica que isso será possível. Deixe o bebê sem fralda por algum momento no dia. E à medida que ele for crescendo e você for conhecendo seus horários, você pode deixar mais tempo. Por exemplo, após ele fazer cocô você pode ficar mais tranquila em deixá-lo sem fralda. E um xixizinho fora da fralda não faz mal... A partir de 1 ano, 1 ano e meio, dá para o bebê ficar em casa brincando de cuequinha ou de calcinha e usar a fralda quando for sair ou nas horas previstas para o cocô.

Bom, tudo isso é pensando no bebê e no seu bem e não nas mães que morrem de medo de ter um trabalhinho a mais ou de sujar a casa... É só avaliar suas prioridades! Além de fazer bem ao bebê, será mais econômico e ecologicamente correto.

Respira, bumbum!