segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Adeus ano velho, Feliz Ano Novo!!!!!!


Mais um ano vem aí.... mais uma oportunidade para sonhar, planejar, prometer e cumprir! E mais uma oportunidade para agradecer!

Essa é a parte boa que o calendário nos proporciona! Nos encher de motivação para sermos cada vez melhor e fazermos nossa parte por um mundo cada vez melhor também.

Pode ser clichê, mas os grandes desejos para o ano novo sempre permanecerão: saúde, paz e amor!!!

Saúde para nossos filhos, pra gente, para nossa família, nossos amigos, a familia dos nossos amigos e todo mundo que pudermos alcançar.

Paz dentro de nossas casas, fora de nossas casas, para a humanidade, no trânsito e em todo lugar em que ela puder estar.

E Amor, porque sem ele nada tem sentido, não é??

Pois é isso que desejo a todos nós!!

E não se esqueçam das mensagens que postei aqui no blog:

"Quando uma criança está em apuros, feche a boca e abra os braços".

E "Respira, mamãe!! Serás mãe por toda a vida. Ele será criança só uma vez!!





Feliz ano novo!!!!!!!!!!!!!





\o/\o/\o/


terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Enfim, Natal!




Enfim, Natal!

Depois de muita correria, muitos compromissos, estresses e obrigações, o Natal chegou! O Natal é maravilhoso. Uma época gostosa de juntar a família, confraternizar com os amigos... Mas estamos nos perdendo um pouco.

Nos perdemos em meio a tanta correria para cumprir uma agenda estressante de compromissos e confraternizações. Nos perdemos em meio a obrigação de comprar e dar presentes para muita gente. Nos perdemos em meio ao congestionamento que enfrentamos diariamente por conta do excesso de gente nas ruas. Nos perdemos dentro dos shoppings cheios, nas filas dos caixas. E as crianças se perdem em meio a tantos presentes... E nem sabem que a verdadeira comemoração é pelo aniversário de Jesus Cristo.

Uma correria incessante, como se o mundo fosse acabar no ultimo dia do ano... E recomeçar no dia seguinte, com novas esperanças, novos sonhos e nova vontade de viver muito melhor.

Mas, enfim, é Natal! E estar em família vale todo sacrifício!! Vamos ensinar nossos filhos a valorizar estes momentos.

Um Feliz Natal a todos vocês!!

domingo, 16 de dezembro de 2012

Feche a boca e abra os braços



"Quando uma criança está em apuros, feche a boca e abra os braços". Quando li essa frase*, a princípio não entendi bem o que ela queria dizer, até que li a história por completo. Não pude deixar de me emocionar com tanta sabedoria em tão poucas palavras.

A historia é muito bonita e vale a pena ser lida:



"Uma amiga ligou com notícias perturbadoras: a filha solteira estava grávida.

Relatou a cena terrível ocorrida no momento em que a filha finalmente contou a ela e ao marido sobre a gravidez. Houve acusações e recriminações, variações sobre o tema "Como pôde fazer isso conosco?" Meu coração doeu por todos: pelos pais que se sentiam traídos e pela filha que se envolveu numa situação complicada como aquela. Será que eu poderia ajudar, servir de ponte entre as duas partes?

Fiquei tão arrasada com a situação que fiz o que faço – com alguma frequência – quando não consigo pensar com clareza: liguei para minha mãe. Ela me lembrou de algo que sempre a ouvi dizer. Imediatamente, escrevi um bilhete para minha amiga, compartilhando o conselho de minha mãe: "Quando uma criança está em apuros, feche a boca e abra os braços."

Tentei seguir o mesmo conselho na criação de meus filhos. Tendo tido cinco em seis anos, é claro que nem sempre conseguia. Tenho uma boca enorme e uma paciência minúscula.

Lembro-me de quando Kim, a mais velha, estava com quatro anos e derrubou o abajur de seu quarto. Depois de me certificar de que não estava machucada, me lancei numa invectiva sobre aquele abajur ser uma antiguidade, sobre estar em nossa família há três gerações, sobre ela precisar ter mais cuidado e como foi que aquilo tinha acontecido – e só então percebi o pavor estampado em seu rosto. Os olhos estavam arregalados, o lábio tremia. Então me lembrei das palavras de minha mãe. Parei no meio da frase e abri os braços.

Kim correu para eles dizendo:

– Desculpa... Desculpa – repetia, entre soluços. Nos sentamos em sua cama, abraçadas, nos embalando. Eu me sentia péssima por tê-la assustado e por fazê-la crer, até mesmo por um segundo, que aquele abajur era mais valioso para mim do que ela.

– Eu também sinto muito, Kim – disse quando ela se acalmou o bastante para conseguir me ouvir. - Gente é mais importante do que abajures. Ainda bem que você não se cortou.

Felizmente, ela me perdoou. O incidente do abajur não deixou marcas perenes. Mas o episódio me ensinou que é melhor segurar a língua do que tentar voltar atrás após um momento de fúria, medo, desapontamento ou frustração.

Quando meus filhos eram adolescentes – todos os cinco ao mesmo tempo – me deram inúmeros outros motivos para colocar a sabedoria de minha mãe em prática: problemas com amigos, o desejo de ser popular, não ter par para ir ao baile da escola, multas de trânsito, experimentos de ciência malsucedidos e ficar em recuperação. Confesso, sem pudores, que seguir o conselho de minha mãe não era a primeira coisa que me passava pela mente quando um professor ou diretor telefonava da escola. Depois de ir buscar o infrator da vez, a conversa do carro era, algumas vezes, ruidosa e unilateral.

Entretanto, nas ocasiões em que me lembrava da técnica de mamãe, eu não precisava voltar atrás no meu mordaz sarcasmo, me desculpar por suposições errôneas ou suspender castigos muito pouco razoáveis. É impressionante como a gente acaba sabendo muito mais da história e da motivação por trás dela quando está abraçando uma criança, mesmo uma criança num corpo adulto. Quando eu segurava a língua, acabava ouvindo meus filhos falarem de seus medos, de sua raiva, de culpas e arrependimentos. Não ficavam na defensiva porque eu não os estava acusando de coisa alguma. Podiam admitir que estavam errados sabendo que eram amados, apesar de tudo. Dava para trabalharmos com "o que você acha que devemos fazer agora", em vez de ficarmos presos a "como foi que a gente veio parar aqui?"

Meus filhos hoje estão crescidos, a maioria já constituiu a própria família. Um deles veio me ver há alguns meses e disse "Mãe, cometi uma idiotice..."

Depois de um abraço, nos sentamos à mesa da cozinha. Escutei e me limitei a assentir com a cabeça durante quase uma hora enquanto aquela criança maravilhosa passava o seu problema por uma peneira. Quando nos levantamos, recebi um abraço de urso que quase esmagou os meus pulmões.

– Obrigado, mãe. Sabia que você me ajudaria a resolver isto.

É incrível como pareço inteligente quando fecho a boca e abro os braços".
 
 
Diane C. Perrone
Histórias para aquecer o coração das mães
Jack Canfield, Mark Victor Hansen e outros
Editora Sextante



Muitos pais precisam ouvir e seguir este conselho. Quantas vezes damos broncas em nossos filhos, quando na verdade deveríamos acolhê-los e abraçá-los, para depois explicar o que fizeram de errado?? São apenas crianças! Com poucos anos de vida, conquistando sua coordenação motora, aprendendo a desafiar ses próprios limites, desenvolvendo sua inteligência emocional e adquirindo o conhecimento do mundo. São crianças que são nossas e é nossa a responsabilidade de estar ao lado delas para ensinar quantas vezes forem necessárias, pois errar faz parte da vida de todos nós.

Outro dia ouvi uma mãe dizendo que morava numa casa com piscina e já havia falado várias vezes para a filha de 3 anos (só 3 anos, vejam!) que era para ter cuidado. Um certo dia, a menina caiu na piscina. A mãe correu para resgatá-la e sabem o que fez?? Brigou com ela e bateu (hã??). Quando ouvi isso, a frase não parava de piscar em minha cabeça...

"Quando uma criança está em apuros, feche a boca e abra os braços".

Vocês não acham que a melhor atitude, após resgatar a criança, era abraçá-la, beijá-la e perguntar se ela estava bem?

Pois é... quantas vezes poderíamos ter seguido este conselho e não seguimos?

Então, a partir de hoje, não deixem de lembrar esta frase a cada momento com seus filhos. Não confundam com mimar, superproteger, ser melosa ou qualquer outra coisa. Não confundam com deixar de dar bronca, chamar atenção ou colocar de castigo por algum mau comportamento. Não confundam.

Essa frase ensina que devemos ser compreensivos com as crianças e com seus limites; que devemos entender que nosso papel é ensiná-las e ampará-las. E, principalmente, que devemos saber o que é realmente importante na vida.



"As paredes podem ser pintadas de novo, as coisas quebram e são substituídas."
(autor desconhecido).






 

Leia também: Respira, mamãe com o texto da frase acima na íntegra.



 


*Conheci este texto através do Blog Ktralhas.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Cuide de quem cuidou de você

Tá aqui um post em que eu não preciso escrever. Nada. Se vocês me prometerem que vão assistir do início ao fim. Se vocês me prometerem que vão sempre se lembrar que um dia já foram crianças pequenas e que um dia também serão avós e bisavós, se Deus quiser.

Tá aqui um vídeo que nos deixa sem palavras. Que nos faz refletir. E que nos estimula a cultivar em nossos filhos o amor pela familia e a transmitir-lhes valores como gentileza, compaixão, paciência, além de muitos outros.

Tá aqui:






O respeito aos mais velhos é coisa que anda esquecida nos tempos atuais. Não deixe isso se perder. Nós somos responsáveis pelas crianças de hoje.


Cuide delas. E Cuide de quem cuidou de você!


"Remember to care for those who care for you". É o que diz o vídeo abaixo, campanha de uma seguradora.



domingo, 9 de dezembro de 2012

Por um Natal mais solidário




Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel. Mas nem toda criança tem essa sorte. Como é que Papai Noel se esquece de alguém?? Como é que o velhinho nem sempre vem?? Pois se o Papai Noel não faz a parte dele, nós podemos fazer a nossa, não acham??

É fato que no Natal nossas crianças ganham muitos brinquedos. Da avó, da tia, do amigo secreto e do Papai Noel. É fato também que nossas crianças já têm muitos brinquedos.

Pois o mês de dezembro é uma grande oportunidade para ensinarmos solidariedade às nossas crianças. É o momento ideal de ensinarmos a doar o que elas têm e não lhes serve mais, como brinquedos de "bebezinhos" ou que já enjoaram ou até mesmo aqueles repetidos (vários jogos da memória ou quebra-cabeças, etc.). É o momento ideal de mostramos que existem crianças que não têm a mesma sorte que elas. É o momento ideal de ensinar a compartilhar, doar e ser solidário.

Que tal começarmos agora? Chame seu filho, vá com ele até seu quarto e juntos escolham alguns brinquedos. Peça para ele separar aqueles que não brinca mais ou os que não são mais para sua idade. Com certeza, ele vai encontrar.

Depois, escolha uma creche, um orfanato, uma igreja que faça um trabalho social bacana ou doem ao filho/ sobrinho/ vizinho de alguém conhecido (da pessoa que trabalha para você, por exemplo).

Após o Natal, quando ele estiver cheio de brinquedos novos, você verá que os doados não farão falta. E quando você perceber o quanto isso fez bem a você, a seu filho, ao quarto dele e, principalmente, à criança que ganhou o brinquedo, você não vai mais querer parar.

Deixe o espírito natalino tomar conta da sua casa!! Papai Noel pode existir em cada um de nós.

 
 
 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Gafes natalinas




Papai Noel coloca a gente em cada situação...



Episódio 1

Depois do episódio da cartinha, quando meu filho escreveu sozinho a carta para Papai Noel e simplesmente pediu TODOS os brinquedos de uma coleção, veio mais história por aí! Outro dia, no carro, eu estava dirigindo e ele me disse:


- Mãe, eu quero pedir um brinquedo novo a Papai Noel, que eu vi na televisão. E eu vou querer 100 desta coleção!

- O quê?!? Tá maluco?? 100?? É muito dinheiro!! - respondi assustada!

- Mas, mãe, não é para Papai Noel?

- Rsrs... - ri, sem graça e rapidamente busquei uma resposta:
- Sim, mas você já pensou quantas crianças Papai Noel tem para presentear?? 100 não dá, meu filho! (será que "colou"??)


Episódio 2


Em Gramado com as crianças, fomos visitar a Aldeia do Papai Noel. Após as crianças falarem com Papai Noel e entregarem a cartinha, continuamos o passeio e fomos conhecer a sua casa. Eis que atrás de nós, quem pede licença?? O próprio Papai Noel!! Aquele que já havíamos cumprimentado. Demos passagem e logo à frente ele troca de "posto" com outro Papai Noel. Meu sobrinho de 3 anos arregalou os olhos vendo aquela situação e falou: "Dois?!?", contente e cismado!! Que falta de cuidado, hein??? Só faltava eles discutirem as horas extras na frente de nós.





Episódio 3


E como explicar às crianças que o Papai Noel está em todos os shoppings???? Tem Papai Noel com barba de verdade, tem Papai Noel com o velho algodão (este já devia ter se aposentado!! As crianças de hoje são muito mais espertas! rs). Tem Papai Noel gordinho, mas tem magrinho por aí também. Tem os simpáticos... tem os que as crianças não querem nem chegar perto... Não insistam, por favor!! Não sabemos se este Papai Noel prestou atenção ao treinamento, não é? Uma dica importante: é sempre bom pedir referências a amigos que já visitaram o Papai Noel para escolher qual o mais simpático para seu filho conhecer.





Episódio 4


Quando aquele tio, avô ou o marido resolve se fantasiar de Papai Noel... Misericórdia!!!! Eu sempre acho que as crianças são mais espertas e vão perceber... Uma vez, meu marido se fantasiou de Papai Noel e a calça descosturou bem no meio.... ele estava com uma sunga super colorida por baixo. Quando ele se sentou, eu não aguentei e chamei ele pelo nome sem querer! Nos acabamos de rir!! E meu filho só perguntava "Cadê, meu pai?".






Pois é... ao mesmo tempo em que vivemos essas gafes, acho que são elas que tornam o Natal mais divertido!!

E vocês já cometeram ou vivenciaram gafes natalinas por aí?