sábado, 31 de março de 2012

Quem pariu Mateus...



... Que balance, que coloque pra dormir,
que acorde quando ele chorar
e levante quantas vezes precisar
que dê colo e carinho.






Que troque a fralda, que dê banho
que penteie os cabelos e escove os dentes
que corte as unhas das mãos e dos pés,
que limpe o bumbum, que limpe o narizinho,
que deixe ele todo limpinho.





Que sente, que brinque,
que cante, que dance, que desça pro play,
que leve pra praia, pro parque, pro circo, pro zoológico, pro cinema, pro teatro, pro shopping, para os aniversários...






que leve para a escola, pra natação, pro ballet, pro judô, pro futsal, pra GR...
que leve para o médico, pro dentista, pro otorrino, pro oftalmologista,
pra emergência às vezes...
que fique junto quando doente,
que dê remédio, que não descanse até sarar...





Que amamente, que alimente,
Que corte a carne pequenininha,
que amasse o peixe para achar as espinhas,
que tenha paciência para esperar comer (ou não comer)...






Que eduque dia-a-dia,
que ensine e oriente,
que dê o exemplo,
que aguente as birras e faça-as parar,
que dê bronca quando precisar...







Que ajude nos deveres de casa, que incentive a estudar,
que frequente as reuniões da escola,
que leia junto, que conte histórias...








Que beije, que abrace, que ame, que seja feliz.



Ser mãe é não ter tempo para mais nada
porque a vida está muito ocupada,
preenchida com tanto amor.


Viva a maternidade pessoalmente!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Regras de etiqueta para as reuniões de escola



O encontro dos pais com os professores é importantíssimo! Através das reuniões escolares, os pais têm contato maior com os professores, conhecem outros pais e o que pensam, acompanham o conteúdo que está sendo ensinado na sala de aula e ficam por dentro de eventuais acontecimentos ou discussões. Existem mil motivos para os pais irem às reuniões (mas parece que a maioria encontra mil desculpas para não ir).

Aos que frequentam as reuniões, gostaria de parabenizar pela importante participação na educação dos filhos! E aproveito também para deixar alguns conselhos! Sim, conselhos, porque as reuniões de pais nas escolas precisam obedecer algumas regrinhas de etiqueta. Se "valesse nota", teriam muitos pais reprovados por aí!!

1. Chegue no horário.

Certifique-se do horário marcado para início da reunião e evite se atrasar. Além de atrapalhar a concentração dos participantes, não é muito educado!

2. Não seja egoísta!
Muitos pais não entendem que a proposta da escola ao agendar reuniões coletivas não é para falar individualmente de cada aluno, até porque não interessaria ao grupo.

Os pais em geral ficam numa ansiedade para ouvir elogios do filho e para saber do seu comportamento em sala, mas tenha certeza de que não é este o momento. Deixe para falar do seu filho numa reunião particular!

3. Evite entrar pro time do "filho porretão"



Sabe o que é "filho porretão"? São aqueles cujos pais aproveitam qualquer "deixa" para dizer o que o filho já sabe fazer: "porque meu filho já conta até 10, porque meu filho já sabe letra cursiva, porque meu filho já se veste sozinho, porque meu filho sabe "assobiar e chupar cana", porque meu filho faz isso, meu filho faz aquilo..."

Imagine se cada pai resolve falar do que seu filho faz ou sabe! Ia virar um festival de auto-elogios!!! A verdade é que todo pai e toda mãe são apaixonados por seus filhos. Esses pais esquecem que ficam se gabando diante de uma platéia com outros pais que também acham seus filhos o máximo. Então é melhor cada um ficar na sua! Ou melhor, com o seu "porretão"!!

4. Evite confronto com outros pais

Mesmo que discorde da opinião dos outros, é sempre bom respeitar. Evite discussões sem importância, que possam prejudicar o bom relacionamento do grupo.


5. Seja sempre educado no momento de falar sugestões, críticas ou relatar qualquer situação à escola.



Nada de já vir com pedras na mão, reclamando e fazendo exigências. Os professores merecem respeito e nós só conseguimos o que desejamos quando tratamos bem os outros e solicitamos com educação. Respire fundo, seja qual for o problema, e relate com todas as palavrinhas mágicas possíveis.

Você não quer ficar com fama ruim e correr o risco de espalhar para seu filho, não é?? Então lembre-se sempre das regrinhas de etiqueta próprias para as reuniões escolares! E não deixe de frequentar as reuniões e acompanhar a vida escolar do seu filho, pois é isso que mais importa.

Seja um pai ou mãe nota 10!!



Confira no site Educar para Crescer:

domingo, 18 de março de 2012

Navegando nos perigos da internet



Meu filho está naquela fase de começar a usar a internet. Ele já tinha descoberto o mundo virtual e as milhares de brincadeiras e jogos que um computador poderia ofercer! Mas agora, com o poder recém-adquirido da leitura, começa a navegar sozinho...

Apesar de querer estimular sua independência, eu já proibí: internet sozinho não!

Ele já sabe acessar o Google e fazê-lo realizar seus mais inocentes desejos: procurar seus personagens favoritos! Já sabe buscar por imagens e filmes. E aí mora o perigo!

Numa destas buscas, eu estava com ele pesquisando sobre os sinais de trânsito para a escola. E dentre as imagens que apareceram, a segunda foi esta aqui:


Rapidamente ele clicou na imagem e abriu um site com a foto de uma mulher segurando uma camisinha. O site "Fresh and Pleasant" vende "preservativos de grande qualidade e a preços competitivos"!! Fechei rapidamente, antes mesmo que ele pudesse questionar qualquer coisa!

Em outras consultas, mesmo usando os mais singelos nomes ou palavras, sempre aparecem conteúdos impróprios, sejam eles de violência explícita ou obscenidades. E aí nossa vontade de superproteger entra em ação. Realmente não podemos permitir que nossos filhos sejam expostos tão cedo ao que não deviam.

Enquanto são pequenos, eles merecem viver no seu mundo de fantasia, na sua infância colorida.



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Leia mais sobre este assunto no site Educar para Crescer.

Para proteger o computador da sua casa, acesse o site da Norton Online Family e conheça o software gratuito para controle dos pais.

Confira Cartilha da Safernet com dicas de segurança para uso da internet.

sábado, 10 de março de 2012

"Com criança não se brinca"



Aproveito o trocadilho para falar de um assunto sério. Quem quer fazer evento ou qualquer programa de lazer para as crianças tem que ter respeito.

Hoje fui (ou ia) levar meus filhos a um show que estava marcado para às 16h. Chegando ao local (umas 15:50h), me deparei com uma fila gigantesca.

Problema número 1: Crianças e fila não combinam

Ou alguém discorda?? Se o evento estava marcado para às 16h, no mínimo meia hora antes a entrada já deveria ter sido liberada para que os pais e as crianças pudessem se acomodar de forma tranquila e aguardar o início do show com todo conforto.

Crianças pequenas queriam colo, reclamavam de fome, os pais queriam sentar, não havia como entretê-los na fila. Esses foram alguns dos problemas, sem contar com o sol que castigava uma parte da fila.

Alheia a todo este desconforto, a produção do show não se mobilizou para abrir antecipadamente e inclusive só liberou a entrada uns 15 minutinhos depois do horário marcado.

Para piorar, a entrada se dava de forma lenta. Acredito que tenha levado cerca de 1h para que a fila toda estivesse dentro do local.

Fora essa situação da entrada, ainda havia fila na lanchonete!

Problema número 2: Crianças e fome não combinam.

O serviço prestado tem que se preocupar em atender quem é cliente prioritário, como as crianças. Imaginem os pais estressados numa fila com as crianças reclamando de fome?

Para concluir, o show estava marcado para às 16h e só informaram aos adquirentes no momento da entrada que a atração só ia se apresentar a partir das 18h (2h depois do horário marcado). Neste meio tempo (que "de meio" não tinha nada, já que seriam 2h), haveria um "entretenimento" para as crianças.

Problema número 3: Crianças e demora não combinam

Alguém aí imagina crianças pequenas aguardando 2h para o iníco de um show e depois mais 1h para que o "Passeio" termine e possam voltar para casa?? Muito tempo para nossos pequeninos, não?

Conselhos para os que se aventuram em fazer eventos para nossos pequenos:

1. Liberar o acesso com antecedência
2. Cuidar para que não haja fila ou que ela seja a menor e mais rápida possível
3. Cumprir horários
4. Observar a duração do evento
5. Comunicar claramente as suas intenções (exemplo: se vai ter apresentação de abertura antes da principal)
6. Equipar o evento com serviços necessários, como banheiros limpos, fraldários, etc.
7. Toda atenção e cuidado com os mínimos detalhes.

Com criança não se brinca, muito menos com as mães dessas crianças!!!


Obs: este caso pode se encaixar em muitos eventos e entretenimentos para nossas crianças que existem por aí, mas foi inspirado no Show da Palavra Cantada que foi realizado hoje (10/03/2012) em Salvador/Ba, com produção da Amuzo Entretenimento. Algumas pessoas, incluindo eu, solicitaram o dinhero de volta para evitar estresse maior.

#ficaadica.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia da mulher



Durante séculos, o papel da mulher na sociedade resumiu-se a cuidar da casa e dos filhos. Até que um dia, as mulheres foram às ruas e exigiram o direito de entrar no mercado de trabalho.

Conquista justa, bela e necessária. Porém, décadas depois de garantido esse direito, as mulheres continuam carregando o trauma das suas gerações passadas. Com isso, muitas priorizam o trabalho e postergam a maternidade. Fazem isso para conquistar uma carreira de sucesso, temendo que uma interrupção atrapalhe.



A verdade é que, após a maternidade, o trabalho jamais ficará em primeiro lugar. E nem deveria! E nem poderia. Mas a mulher tem uma capacidade incrível de executar múltiplas funções e de dar conta de todas elas. A mulher tem a capacidade de trabalhar fora, gerenciar a casa e cuidar dos filhos com toda a dedicação possível.

É isso que muitas mulheres temem, porém disso não deveriam fugir. Sabem por quê? Porque a melhor coisa do mundo é ser mãe. E nenhuma carreira bem sucedida poderia ser mais gratificante do que isso.





Lutamos por séculos para não sermos apenas mães, mas é justamente isso o que realmente importa na vida: sermos mães. E assim, sermos de tudo um pouco!



O tempo passa rápido. E o mais importante é passar junto com um filho.



"O importante é que você ame seus filhos, tome conta deles, ame seu trabalho, faça o melhor que puder e curta a vida. E não há regra, fórmula ou lei que diga como você deve fazer isso. Você tem que escolher a melhor forma para você". Michelle Slatalla, jornalista norte-americana que escreve a coluna Wife/Mother/Worker/Spy (Esposa/Mãe/Trabalhadora/Espiã) no jornal The New York Times e mãe de 3 filhos, em entrevista à Revista Crescer.


Leiam também artigo: "Mãe, profissional e duplamente culpada" - da Revista Pais e Filhos

quarta-feira, 7 de março de 2012

As diferenças de cada filho

Não podia deixar de compartilhar aqui no blog um famoso e-mail que circula por aí*. O texto fala sobre as diferenças entre o primeiro, o segundo e o terceiro filhos. Não há quem não se identifique. Não há quem não dê risada. Também não há como negar, por mais cuidadosas que sejamos, que a tendência é relaxar.

Vamos torcer apenas para que sejam mínimos os traumas de infância, porque de qualquer maneira eles existirão!

Divirtam-se!



O que vestir
1º bebê – Você começa a usar roupas para grávidas assim que o exame dá positivo
2º bebê – Você usa as roupas normais o máximo que puder
3º bebê – As roupas para grávidas são suas roupas normais


Preparação para o nascimento
1º bebê – Você faz exercícios de respiração religiosamente
2º bebê – Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram
3º bebê – Você pede a anestesia peridural no oitavo mês
O guarda-roupas
1º bebê – Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta
2º bebê – Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas com manchas escuras
3º bebê – Meninos podem usar rosa, né?
Preocupações
1º bebê – Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo
2º bebê – Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho
3º bebê – Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço
A chupeta
1º bebê – Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la
2º bebê – Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê
3º bebê – Se a chupeta cair no chão, você limpa na camiseta e dá novamente ao bebê
Troca de fraldas
1º bebê – Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas
2º bebê – Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário
3º bebê – Você tenta trocar a fralda antes que as outras crianças reclamem do mau cheiro
Atividades
1º bebê – Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês, teatro, contação de história…
2º bebê – Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês
3º bebê – Você leva seu filho para o supermercado, padaria…
Saídas
1º bebê – A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa para saber se ele está bem
2º bebê – Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone de onde vai estar.
3º bebê – Você manda a babá ligar só se ver sangue
Em casa
1º bebê – Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê
2º bebê – Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, beliscando ou batendo no bebê
3º bebê – Você passa um tempinho se escondendo das crianças
Engolindo moedas
1º bebê – Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x
2º bebê – Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair
3º bebê – Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele



*Infelizmente de tanto circular já não conseguimos saber a autoria do texto. Caso alguém tenha esta informação, favor compartilhar!

sábado, 3 de março de 2012

20 dicas para melhorar a alimentação do seu filho



A alimentação é uma das grandes preocupações dos pais. É ou não é? E é muito importante que desde o início, lá pelos seis meses quando é intoduzida a alimentação sólida, que os pais já comecem da maneira correta, para criar hábitos saudáveis nos pequenos. São nossos deslizes que causam as famosas frescuras, tão difíceis de serem tratadas. Por isso, compartilho com vocês 20 dicas nutricionais importantíssimas para nossas crianças.


20 DICAS DE ALIMENTAÇÃO INFANTIL*


1 - Misturar alimentos não é bater tudo junto em uma pasta sem cor nem gosto definido. É importante deixar a criança entrar em contato com sabores variados e aprender a diferenciá-los. Mesmo em uma sopa feita com vários legumes, escolha a cada vez um que será predominante, na cor e no sabor: cenoura, beterraba, mandioquinha etc.

2 - Nas sopas de legumes, o melhor é amassar os ingredientes com o garfo, sem passar pelo liqüidificador ou pela peneira, para conservar as fibras dos alimentos.

3 - Acrescente legumes cortados bem fino no omelete ou no recheio de panquecas. Eles também podem entrar em croquetes, almôndegas e hambúrgueres feitos em casa.

4 - Incremente a massa da panqueca com espinafre (bata no liquidificador 4 ovos, 500 ml de leite, 1 colher (sopa) de manteiga derretida e 1/3 de maço de espinafre cozido, espremido e picado. Junte 200 g de farinha de trigo, bata até ficar homogêneo e frite em frigideira antiaderente).

5 - Yakissoba, macarrão japonês feito com legumes e carnes, é um ótimo exemplo de mistura saudável e completa que a maioria das crianças gosta de comer. Você pode comprar pronto ou fazer uma versão em casa (use os legumes que tiver à mão, massa longa e shoyu --não use sal).

6 - Inclua nas refeições comidas que a criança pode pegar com as mãos: cenoura baby, tomate-cereja, espiga de milho, hortaliças cortadas em palito (erva-doce, pepino).

7 -
Não sirva no jantar o mesmo cardápio do almoço. Se for reaproveitar os pratos, reinvente as combinações.

8 - Não "ajude" a criança a finalizar o prato. Cada um come aquilo que está no seu próprio prato, a quantidade que achar necessária.

9 - "Raspar" o prato não é uma coisa linda, obrigatória, nem necessariamente desejável. Não obrigue seu filho a isso.

10 - Não faça ameaças de nenhum tipo, como dizer para seu filho que, se ele não comer, ficará doente e terá de ir ao médico. Aliás, quando a criança está doente mesmo, não a obrigue a comer. Mantenha a tranqüilidade e espere até ela sentir fome (isso é um sinal de que ela está se recuperando).

11 - Premiar quem come tudo também não é uma boa prática. É comum os adultos sugerirem que a criança deve comer os legumes, por exemplo, para poder ter a sobremesa. Nenhuma parte da refeição é um prêmio, cada uma tem a sua função, porção e lugar.


12 - O lanche também tem sua função, mas na dose, hora e lugar certo. Não compense no lanche o pouco que seu filho comeu no almoço. O máximo que vai acontecer é ele ficar com mais fome até a hora do jantar e, na melhor hipótese, comerá bem.

13- Crianças de 5 ou 6 anos estão na fase de estímulos primários. Elas são atraídas por cores, formas, novidades. Nessa fase, os pais podem proporcionar novas experiências gastronômicas para seus filhos, apresentando os diferentes sabores dos alimentos.

14 - Na boca, somos capazes de sentir apenas quatro gostos: doce (na ponta da língua), salgado e ácido (nas laterais) e amargo (no fundo da boca). A criança que já mastiga pode e deve entrar em contato com todos esses tipos de gosto; dessa forma, poderá reconhecê-los e formar um repertório de sabores (que é a mistura das sensações gustativas com as olfativas). Quanto mais amplo for esse repertório, maior a chance de seu filho comer (quase) tudo.

15 - A tolerância para o gosto amargo é determinada geneticamente. Por isso, não tenha medo de oferecer à criança alimentos com um certo amargor, como rúcula, por exemplo. Se ela tiver predisposição, maravilha; se não, também está ótimo, não insista. O importante é ela conhecer o sabor, para descobrir se gosta ou não daquilo.

16 - O ambiente da refeição deve ser tranqüilo, sem TV, música e muito menos gritaria. Deixe as conversas sérias e broncas para depois. Todas as refeições (lanches inclusive) devem ser feitas à mesa.

17 - Sempre que possível, faça pelo menos uma das refeições principais com seus filhos. Se o horário de trabalho for muito complicado, tente estabelecer um dia da semana para isso, como rotina.

18 - Comida de crianças a partir de dois anos é a mesma dos adultos --elas seguem os hábitos alimentares da casa. Isso significa que, se os pais não comem frutas ou verduras, os filhos seguirão o exemplo e forçá-los a comer salada pode ser um trabalho inútil. Nesses casos, é preciso rever os hábitos de toda a família.

19 - Leve as crianças para a cozinha. Quando elas mesmas preparam os alimentos, certamente vão querer provar o que fizeram. É uma experiência lúdica, prazerosa, como deve ser a relação com a comida.

20 - Ir à feira com as crianças é um jeito divertido de apresentá-las ao mundo das frutas e verduras. E os feirantes têm técnicas infalíveis para fazer o filho do freguês provar as frutas que querem vender. Fazer o supermercado com a família toda é um pouco mais complicado, mas vale a pena. É uma boa ocasião para fazer acordos --para levar sorvete, é preciso levar cenoura.



*Peço desculpas pois não lembro o site que extraí estas dicas para conceder a autoria. Mas achei tão interessantes e completas que não quis deixar de divulgá-las.