sábado, 4 de fevereiro de 2012

Ser ou não ser: eis a questão

Semana passada, recebi um texto cujo título era "Filho é para quem pode". Por se tratar de assunto do meu interesse, li, curiosa. E me arrependi, entristecida. A autora* falava sobre a opção de não ser mãe: "Filho é para quem pode! Eu, não posso. Apesar de biologicamente saudável".




Respeito a opinião de cada um. Principalmente esta. Entendo que algumas pessoas podem não ter o desejo de ser mãe. Quem não quer ter filhos, melhor não tê-los! Filhos precisam de muito amor e dedicação! Filhos precisam de mães apaixonadas.



Mas daí a escrever críticas e talvez influenciar aquelas que estão duvidosas, alarmando falsas verdades? Sim, falsas verdades, porque quem nunca viveu a maternidade não pode opinar sobre ela. Pode falar sobre como é não ser mãe, mas nunca sobre ser mãe.



E todos os clichês estarão presentes: eles são, sim, um pedaço de nós; ser mãe é padecer no paraíso; e, sim, nosso coração bate fora do corpo; ser mãe é nosso melhor papel; e, sim, os filhos são o maior presente que a vida pode nos dar; nosso filho, nossa vida, nosso orgulho e todos os clichês que puder imaginar.



Concordo com o título da autora: "Filho é para quem pode, sim!"

E aqui vai minha resposta: ser mãe é a melhor coisa do mundo!!!!

Ser mãe é a melhor coisa do mundo porque o amor é a melhor coisa do mundo. E porque não há amor maior que este.





Ser mãe é indescritível.

Ser mãe é indescritível porque é difícil colocar em palavras tanto sentimento. Tentar explicar o que não se explica, se sente.



Ser mãe é imperdível.

Ser mãe é imperdível porque ter filho é um verdadeiro e valioso sentido para existir. É se apaixonar todos os dias. É ter a casa cheia de alegria.




Ter filho é criar nossa própria família, amada e unida para sempre. É ter um amigo e companheiro dia após dia. É renovar sua vida com o mais puro amor. É ter um sentido verdadeiro para existir. É sentir a real felicidade.



Não tem como descrever. Não tem como perder. Tem como sentir. Tem como viver a maternidade.




A vida é uma só. Sozinho ninguém vive. Dividir a vida com um filho (ou mais de um) é o paraíso.

E não é a mãe que escolhe ter filhos. São os filhos que escolhem ter aquela mãe.


E se a questão ainda é "ser ou não ser"... seja!

Seja mãe um dia!!!


Mãe (Mário Quintana)

"Mãe... São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o Céu tem três letras...
E nelas cabe o infinito.
Para louvar nossa mãe,
Todo o bem que se disse
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer...
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!"




Apesar de não querer propagar mais este texto, não poderia deixar vocês curiosos. Quem realmente quiser, pode ler.

* Autora: Mônica Montone 

13 comentários:

  1. Jam, você foi extremanente respeitosa e sábia na sua colocação. Estou vivendo o início da maternidade e lhe digo: tudo muda e para muito melhor. Você se torna mais doce, parece que acende ainda mais os sentimentos de compaixão e amor ao próximo. Sempre tive vontade de ser mãe, mas hoje entendo um pouquinho (já que estou gerando meu primeiro filho) desse amor, dessa mudança de visão de mundo que ouço de tantas mulheres. Imagine quando vê-lo nos meus braços? É uma delícia...é dádiva de Deus...

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  2. É isso mesmo, Kinha. Tem que sentir para entender... Beijos e tudo de bom para esse bebezinho que está crescendo por aí. Felicidade pura!!!

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  3. http://www.maeparamaes.com/2012/02/ser-ou-nao-ser-eis-questao.html
    Colega, acho que é uma questão de interpretação de texto. O que a autora fala é justamente o oposto, ela não idealiza a maternidade e diz que nem todo mundo está preparado para ser mãe. Eu amei o texto, e quero ser mãe, mas amei justamente porque ele faz pensar e refletir sobre o quanto nós jogamos em cima da pobre criatura que será o “filho” nossas frustrações e idealizações.... aliás, eu brinco sempre dizendo que você se dedica noites, dias, horas, para o filho, para depois de 15 anos ele simplesmente querer “ter a vida dele” (se ele for “saudável” é o que acontecerá naturalmente rs). Trabalho com crianças abrigadas (retiradas dos pais pelo Conselho Tutelar, e não são poucas crianças... são muitas. Só no Brasil são quase 80.000. Número significativo de “mães arrependidas pelos seus filhos”.) e percebo que sim, nem todas estão preparadas ou querem ser mães... Essas crianças são retiradas das mães muitas vezes por maus tratos, negligências inimagináveis (que prefiro não repetir), então seria ótimo que houvesse a reflexão. Não acho que quem tem o desejo de ser mãe vá perdê-lo por ler o artigo, mas quem tem alguma dúvida, pode repensar... e talvez evitar a triste sina de por uma criança no mundo para depois abandoná-la.
    Abraços,

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  4. Você tem razão. É que às vezes prefiro não lembrar essa triste realidade de crianças abandonadas e de pessoas que não deveriam ser consideradas mães. Valeu pelo comentário!

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  5. Concordo com a pessoa acima..o texto, a meu ver, é perfeito!!
    Nem todas nasceram para ser mães e é importante analisar isso antes de colocar alguém no mundo.
    Digo isso porque sonhei em ser mãe e ainda assim tenho dificuldades de abrir mão de certas coisas na minha vida, porque tudo muda sim, e não é para qualquer uma a maternidade.
    Eu sempre digo que a mulher deve seguir seus sonhos, se ser mãe faz parte então seja, mas se não sente preparo é melhor não ter do que abandonar a criança a própria sorte.
    A melhor decisão que tomei na vida foi ser mãe, porque amo a maternidade demais, amo meu filho demais, mas ainda assim é difícil alguns dias...imagina quem nem ao menos sonha com isso?
    Bjs!

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  6. sou Vanusa mãe do Thiago e do Pedro, e ser mãe é meu maior orgulho, é um presente de DEUS, é um grande milagre da natureza vc ter um serzinho crescendo dentro de vc,os sentimentos durante a gestação, são os mais belos possiveis, quem não experimentou a gestação, não sabe do q nós maes falamos, nos sim podemos opinar a vontade por conhecimento próprio de causa de causa.Como se explica ter tamanho amor por alguem q nem sabemos como é seu rostinho, que nunca vimos e que nem ao menos sabemos como é?

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    1. É tudo isso mesmo, Vanusa! Inexplicável e bom demais!!

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  7. Eu concordo com você e também concordo com a autora do texto que você menciona.
    Acredito piamente quem nem todas nós seremos mães suficientemente boas e admiro e aplaudo as mulheres que decidem não ser mães pois acho que as grandes dúvidas são sinais de que talvez aquele caminho não deva mesmo ser trilhado.
    Admiro também mulheres como você, que adoram ser mães! Eu não faço parte nem do primeiro caso nem do segundo. Se tivesse que voltar atrás, apesar de todas as dificuldades, faria de novo pois minha filha foi uma benção em minha vida. Porém, será única, não tenho condições psicológicas de ser mãe novamente: é muita responsabilidade cuidar de um presente divino e demanda muita, muita sabedoria.

    Escrevi um texto sobre isso em meu blog, se desejar ler:

    http://adriana-fiatlux.blogspot.com.br/2011/05/voce-tem-certeza-de-que-quer-ser-mae.html

    Aproveito também para deixar o link de um outro blog meu sobre um livro que acho essencial para quem quer ser boa mãe e bom pai:

    http://mafaldaleautoajuda.blogspot.com.br/2012/06/10-principios-basicos-para-educar-seus.html

    Um grande abraço,

    Adriana

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  8. Jam, as palavras usadas no texto soaram tão forte para os meus ouvidos. Achei a autora bem amarga e com uma única visão: de que as mulheres gerão filhos para serem a sua "tábua de salvação." Não é bem por aí. Há mães e mães. Tenho certeza plena de que a mulher que decide ter um filho para prender o marido, ou para cumprir um ritual é exceção. Eu não consigo me ver da forma como ela coloca no texto. Acho que a maternida vai, sim, além daquele faz de contas que é colocado para nós, marinheiras de primeira viagem, nos cursos dados pelas maternidades. Mas o ser mãe é tão natural, sai de dentro de nós sem que percebemos...Encontramos força não sei de onde, para mantermos acordadas quando os nossos filhotes estão doentes e, no dia seguinte, irmos trabalhar. Mas, enfim, sei que tem mulheres que realmente não nasceram para vivenciar esse dom divino, que é gerar uma vida. Bjs, Lu Bitencourt

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  9. mae é uma pessoa q ama os filhos para sempre seja cm for, n importa cm q mtas vzs cm q as pessoas falam, mãe q é mãe sabe kem é seu filho.

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  10. mãe é td na vida

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  11. mae é td q a gente pd kerer

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